Enquete do PL 10637/2018

Resultado

Resultado parcial desde 17/07/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 145 88%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 5 3%
Discordo totalmente 11 7%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 17/07/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 125 99
Discordo 1 1

O que foi dito

Pontos mais populares

As rádios comunitárias são muito importantes para a divulgação de notícias e da cultura regional.

J ÁUDIO Studio 24/01/2019
36

Não existe ponto negativo, quem pensa isso não conhece o trabalho dessas entidades!

Tomaz Ferrari 09/06/2019
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto positivo: 25 é péssimo não cobre como deveria!!

    Reinaldo Rodrigues 31/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Concordo não só com o aumento, mas também destinar 02 canais por cidade dependendo de seu tamanho, sendo assim todos iriam trabalhar sem atrapalhar. ja na questão das comerciais, acredito que devem valorizar mais os profissionais e investir mais no rádio, se não vão perder sempre na audiencia para as comunitárias que fazem um papel brilhante a comunidade atendida.

    Silvio Dias 22/02/2023
    2
  • Ponto positivo: Muito importante o aumento para 150 watts, muitos problemas de sintonia da comunidade com os 25 watts.

    ODACIR VALCARINGUI 16/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Com o aumento será possível atender a toda a comunidade com qualidade e velocidade de sinal, não se iguala ter um alcance igual ao de uma emissora comercial, todavia, que a rádio comunitária seja bem sintonizada em toda a sua comunidade do município, infelizmente com esses tais 25 watts o que se vê na prática é um sinal de péssima qualidade e que acaba prejudicando os ouvintes que estão mais longes dos centros das cidades.

    Jessica 27/01/2023
    1
  • Ponto positivo: Não vai desvirtualizar o serviço na medida em que a potencia será de até 150 watts, ou seja, para ser usado os 150 watts dependerá de análise em cada localidade. Com o aumento será possível atender a toda a comunidade com qualidade de sinal. Não se pretende ter um alcance igual ao de uma emissora comercial, apenas que a rádio comunitária seja bem sintonizada em toda a sua comunidade/ou pequeno município. Com os ridículos atuais 25 watts o que se vê na prática é um sinal de péssima qualidade.

    EDSON DOLINSKI 27/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Aumentar o número de canais seria essencial para responder a uma nova potência as rádios comunitárias estabelecida pelo projeto. Sendo assim, 150w e 5 canais estabelecidos.

    Neurivan 31/08/2022
    1
  • Ponto positivo: peço que os deputados assine para o aumento de canais que a rádio comunitária e muito importante

    Claudivan Moreira 12/08/2021
    1
  • Ponto negativo: O ponto negativo disso tudo é que dependendo da cidade não teria como ter mais de uma rádio comunitária. Eu gostaria de ter uma em minha cidade, a comunidade precisa de uma voz ativa e as rádios comunitária servem para isso.

    Marcelo Ribeiro 21/07/2021
    1
  • Ponto positivo: A sobrevivência das rádios comunitárias , dependem desse projeto. As rádios comunitárias, tem um papel importantíssimo na comunidades locais. Outro aspecto importante, que deve ser analisado é a morosidade nas tramitações e análise dos processos junto ao Ministério das Comunicações e o seu deferimento de autorizações nós termos do Art.223 da Constituição Federal. A maioria dos processos estão arquivados.

    Cláudio Fernandes 16/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Permitir que as emissoras comunitárias possam veicular comerciais(O que acontece na minha cidade, mesmo sendo ilegal).

    Weslley Alberto 10/04/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3682/2025

    Acresce o art. 67-A à Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, para instituir adicional por tempo de serviço, na forma de anuênio, aos servidores públicos civis da União.

  5. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 46/2026

    Requer o envio de indicação parlamentar ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos contendo sugestões de providências para o reforço no quadro da carreira de Analista Técnico de Políticas Sociais utilizando o Cadastro Reserva do Concurso Público Nacional Unificado 2024.