Enquete do PL 9980/2018

Resultado

Resultado parcial desde 10/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.952 70%
Concordo na maior parte 33 0%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 12 0%
Discordo totalmente 2.110 30%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 10/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 2 67
Discordo 1 33

O que foi dito

Pontos mais populares

Expor um animal, como o cão, à caça é expô-lo à violência, sendo por si só uma prática de maus-tratos.

Guilherme Campos 04/09/2019
255

uso de cães é fundamental para a caça ao javali, sem eles a possibilidade de encontrar um javali é quase zero, sendo que eles se escondem em florestas e beira de rios, com essa proibição só ira aumentar a população do javali acabando com as lavouras.

Mauro 05/10/2020
242

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 376 encontrados.

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  • Ponto positivo: chega de alimentar uma cadeia de exploração e maus tratos aos animais. nosso meio ambiente não aguenta mais. nossos bichos não aguentam mais. o respeito e cuidado que exigimos e demonstramos ao lidar com a nossa biodiversidade, tem efeito direto na educação que passamos às nossas crianças. chega de violência e morte, nossa sociedade não aguenta mais.

    TIELLY PRETTI OGURA 12/04/2023
    4
  • Ponto positivo: Isso é estagnação. O ser humano tem que entender que ele faz parte de um ecossistema e nao é mais importante que os outros animais

    Elaine Cristina Soares 06/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Nenhum ponto positivo em relação a caça, seja como for! SOMO TODOS CONTRA A CAÇA!!

    Maria Luiza Del Tio 02/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Matar animais???? Mata os homens ruins que de nada servem na Terra! Matar animais é cruel, desonroso, covarde e sujo! Um político que permite isso nem merece assumir o cargo que ocupa!

    Erica Reb 31/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Além de expor esses cães ao perigo os animais que sofrem essa perseguição também se machucam, logo, não há justiça para nenhum dos lados pois os dois se ferem. Entretanto, um pouco de sentimento normal como empatia e principalmente o respeito seria bom uma vez na vida. Além de que, somos a única espécie vergonhosa que tem, porque destruímos o mundo onde vivemos e nem ligamos, vergonhoso para quem apoia essa prática nojenta, cruel e torturante que usa o sofrimento como entretenimento.

    THAMARA FIRMO DOS SANTOS COSTA 31/03/2023
    6
  • Ponto positivo: Na verdade precisa ter uma lei que proíba integralmente a caça, com ou sem uso de cães e que preveja penas duras para caçadores. A caça é uma prática cruel, que traz desequilíbrio ao meio ambiente sendo prejudicial não só aos animais mas à própria humanidade. Chega de retrocesso nesse país!!

    Mayara Viana 31/03/2023
    5
  • Ponto negativo: Não existe ponto positivo nisso! DEIXEM OS ANIMAIS EM PAZ!!!!!!

    Helen 28/03/2023
    10
  • Ponto positivo: Utilizar cães como ferramenta para os sádicos. Sadismo e prazer no sofrimento e morte mudou de nome, chamado de "caça esportiva". Assassinar com lei que protege. Destruir e matar para satisfazer caprichos e problemas psicológicos dos mal resolvidos. O Brasil precisa de leis que acrescentem e não que favoreçam um grupo de interessados, mas que causam enorme destruição. Típico de retribuição de favores políticos. Educar e construir uma nação evoluída e consciente dá mais trabalho que destruir.

    Sheila Loverro 28/03/2023
    15
  • Ponto positivo: Já é super difícil controlar esse animal invasor que só trás danos com cães, imagina sem. Vão começar invadir cidades como na Itália. Trazendo prejuízos e doenças. Essa falação é de quem não conhece um cachorro de caça, não sabe nada!!! Ele (animal) é tão bem cuidado e faz com muita satisfação as caçadas, ficam numa felicidade jamais vista ao sair para as caçadas. Quem nunca tirou os pés dos apartamentos nem comente por favor!!! Tenta conhecer um pouco antes de falarem o que não sabem.

    DANILO WOUTERS 10/01/2023
    2
  • Ponto positivo: Um absurdo esse desgoverno! O Brasil esta virando o paraíso dos caçadores!

    Lílian Lima 17/12/2022
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  3. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.