Enquete do PL 9543/2018

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 52%
Concordo na maior parte 4 16%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 8%
Discordo totalmente 6 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

Quem ganha menos não consegue arcar com as contas, nas mesmas condições que os demais, porém merece dignidade e uma ajuda que possibilite estes de arcar com seus compromissos

Ismael Ferreira Junior 27/03/2019
2

Não adianta baixar goela abaixo uma regra única para tarifa social em todo o país. Há muitos casos em que a regra simplesmente não vai funcionar e ainda vai prejudica a viabilidade da prestação dos serviços. É o caso, por exemplo, de algumas cidades mais pobres em que toda a população se enquadraria na tarifa social. Ora, se todo mundo ganha desconto, de onde sai o dinheiro para equilibrar o caixa do prestador e manter o serviço de saneamento funcionando?

Alfredo Carvalho 03/07/2023
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não existe malefícios pra quem já tinha uma renda abaixo de MEIO SALARIO MÍNIMO.

    BRUNO ALEXANDRE OLIVEIRA DE LIRA 29/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Como se atualmente com os aumentos constante nos preços dos produtos básicos do dia a dia, própria desvalorização do real junto com a valorização do dólar e essas altas taxas de imposto fosse possível viver dignamente com um salário mínimo, agora com esse reajuste quem ganha um salário mínimo que vive trabalhando das 6h da manhã até às 5h da tarde não tem direito ao benefício de baixa renda, pra vocês um salário mínimo é uma renda média??, o próprio nome já diz salário MINIMO.

    BRUNO ALEXANDRE OLIVEIRA DE LIRA 29/03/2024
    0
  • Ponto negativo: A diminuição dos super salários e benefícios é que vai ajudar as pessoas mais pobres com geração de empregos e melhoria do poder aquisitivo das famílias.

    Alexandre 01/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Se realmente quer ajudar a população mais necessitada, deveria votar uma redução de salário, que já alcança "ínfimos" R$39.293,32 de acordo com matéria do uol de 01/02/2023. Sabe-se lá em quanto este valor está hoje em dia. Isto sim, é uma maneira que equilibrar os cofres públicos, já que corte gastos não existe no vocabulário do "Ministro" Haddad. Aproveito para reafirmar a colocação de Alfredo Carvalho sobre esta PL, registrada nesta mesma enquete.

    Jupiraci Moura de Santana Junior 28/02/2024
    0
  • Ponto negativo: Não adianta baixar goela abaixo uma regra única para tarifa social em todo o país. Há muitos casos em que a regra simplesmente não vai funcionar e ainda vai prejudica a viabilidade da prestação dos serviços. É o caso, por exemplo, de algumas cidades mais pobres em que toda a população se enquadraria na tarifa social. Ora, se todo mundo ganha desconto, de onde sai o dinheiro para equilibrar o caixa do prestador e manter o serviço de saneamento funcionando?

    Alfredo Carvalho 03/07/2023
    3
  • Ponto negativo: Ótima iniciativa para um serviço público que interfere diretamente na qualidade e na saúde da população. Porém a PL está parada desde 2019 na CFT. Então como fazer para acelerar essa tramitação, visto o caráter prioritário do projeto?

    Carlos Henrique Maia 14/04/2021
    0
  • Ponto positivo: O acesso a um serviço público essencial a dignidade da pessoa humana.

    Eleandro Boteleiro 27/02/2020
    1
  • Ponto positivo: Quem ganha menos não consegue arcar com as contas, nas mesmas condições que os demais, porém merece dignidade e uma ajuda que possibilite estes de arcar com seus compromissos

    Ismael Ferreira Junior 27/03/2019
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).