Enquete do PL 9484/2018

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 39 75%
Concordo na maior parte 8 15%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 6%
Discordo totalmente 2 4%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 11 85
Discordo 2 15

O que foi dito

Pontos mais populares

A criação do sistema de bibliotecas. Resta saber se haverá garantia de profissional habilitado.

Marilane Pacheco Freitas 16/06/2019
8

ampliação do prazo, ja se teve 10 anos e nada se fez, retirada do bibliotecário! quando o mercado exigiu nivel superior e um assistente social na lei, o mercado deu conta, logo esta prerrogativa não se sustenta!

Kennedy Gonzaga Carvalho 12/12/2018
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: O prazo de 10 anos foi mais do que o suficiente para que fossem criadas as bibliotecas escolares.

    Kamilla Gorito Fonseca 19/10/2023
    1
  • Ponto negativo: É necessário que a proposta cumpra as disposições da Lei nº 9.674 e para além disso, no que se refere ao trabalho educativo é fundamental que a biblioteca escolar seja vista como elemento constituinte do espaço escolar e esteja presente nos PROJETOS POLÍTICOS PEDAGÓGICOS das escolas (intencionalmente no plural) cumprindo com seu papel formativo.

    Nayara Nyxh 12/09/2021
    2
  • Ponto negativo: Se faz necessário enfatizar a presença do profissional bibliotecário nesse contexto da Biblioteca Escolar. Apesar de estarmos dentro dos "muros das escolas" as competências técnicas, culturais e artísticas da Biblioteca Escolar só encontram espaço quando observa-se a gestão e liderança do bibliotecário na unidade de informação junto ao corpo pedagógico da Escola.

    Diego Souza 18/11/2020
    1
  • Ponto negativo: Dilatação do prazo de 10 para 14 anos; Não há garantia na lei da presença do profissional bibliotecário. Logo pode se tornar um espaço inútil, sem um profissional competente para disseminar o conhecimento lá depositado.

    Joao Costa 28/05/2020
    4
  • Ponto positivo: Mudança do nome "acervo" para "equipamento cultural" e criação do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE).

    Joao Costa 28/05/2020
    5
  • Ponto negativo: A criação de um sistema de bibliotecas não depende um novo projeto de lei para existir, além do mais já existem os serviços de sistemas de bibliotecas em Universidades Brasileiras, o mesmo tipo de estruturação deve ser aplicado aos Estados e Municípios. A inter-ligação das redes, caso necessário pode ser feita via proposta de Lei sem modificar a anterior, pois o que se vê aqui, é uma tentativa de aumentar o prazo para adaptação da Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, e não melhorá-la.

    MARCIO GALVAO ALVES 18/04/2020
    2
  • Ponto negativo: O profissional bibliotecário é de extrema importância nesse meio, visto que possui uma formação capaz de contribuir ativamente no ambiente escolar. Biblioteca só é biblioteca com BIBLIOTECÁRIO!

    Juliana Dias da Cruz 25/03/2020
    5
  • Ponto positivo: A biblioteca é o espaço adequado para desenvolvimento de competências informacionais, autonomia, crítica, fomento à leitura e escrita, inclusão digital, além de contribuir pedagogicamente no ambiente escolar, seja por parte dos alunos, quanto dos professores e outros atores do meio escolar.

    Juliana Dias da Cruz 25/03/2020
    5
  • Ponto positivo: É necessário arantir profissional habilitado para que a biblioteca seja bem utilizada.

    luzia vilemann stipp 18/11/2019
    3
  • Ponto positivo: Incentivar o uso da biblioteca como fonte de cultura, saber e arte, é excelente!

    Marcia Melo 18/11/2019
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.