Enquete da PEC 397/2017

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 141 93%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 6 4%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 1 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Que vai ser reparada a grande injustiça cometida pelo governador da época. Ate porque, todos os funcionários que serão beneficiados pela presente pec, foram desbravadores e pioneiros do estado.

Assis Rodrigues Lima 03/04/2019
30

Algumas pessoas infelizmente não entendem a nossa luta.

Rita Helena Silva Macedo 29/10/2019
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto positivo: .#Apopulação pergunta quem?? irá pagar as contas atrasadas por arbitrariedade de desgovernos de preifeitos é desgovernos ? O stf ou os prefeitos é desgovenos que decretarão Lockdown no Brasil retirando o poder aquisitivo de cada cidadão ? #QuemVaiPagarasContas é assegurar os seus nomes não ir para o Spc o Serasa? .#Cadéaob????. O MP de cada Estado é Municípios tem que esclarecer para a população quem vai pagar as contas?. #DitaduraNao????.

    Ademar Santos 26/03/2021
    0
  • Ponto positivo: Foi os servidores do estado do Tocantins que iniciaram o estado, com todas as dificuldades e merecem um reconhecimento por parte do Estado do Tocantins e sua População.

    Ezio Bento Junior 22/12/2020
    1
  • Ponto positivo: A valorização dos direitos dos verdadeiros trabalhadores que cooperaram para o crescimento do seu estado; isso é algo que não pode ser esquecido e menosprezado.

    alecris3203 18/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Valorização e reconhecimento das que se dispuseram a abandonar seu Estado de Origem e foram para o Tocantins acreditando no seu potencial, se dedicando exclusivamente para um Estado com melhores condições de vida e desenvolvimento.

    Deir Rosa Machado Junior 18/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Nunca desista dos seus direitos

    Edna Paulo Barbosa 18/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Parabéns pela luta e nunca desista dos seus direitos

    Edna Paulo Barbosa 18/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Trata se de reconhecer e compensar o esforço de uma turma que assumiu riscos para estabelecer um novo estado, sem a menor infraestrutura para o trabalho

    Deuzinete Portilho Abreu Silva 18/12/2020
    1
  • Ponto negativo: Pelo visto o foco é resguardar "direitos" de quem "passou" irregularmente em um concurso realizado na maior bagunça possível. No edital não tinha cargos para agente do fisco. Eles depois eram "direcionados" conforme o "cara crachá". Lamentável será essa decisão de legalizar atos, que ninguém fez algum levantamento se os atos administrativos realmente foram NULOS. 23 anos se passaram! Não houve prejuízo para o Estado do Tocantins

    Gilmar Alves Santana 18/12/2020
    0
  • Ponto positivo: Muito sofrimento, com a divisão do Estado, os Pioneiros foram sacrificados e lutaram bravamente para construir esse Estado, lutando em condições até Sub-humanas. E por um Decreto, foram exonerados dos seus cargos, sem direito a NADA.

    clayton cesar dos santos 18/12/2020
    0
  • Ponto positivo: Reparar toda injustiça que os pioneiros sofreram ao longo dos anos. Muitos já morreram e não tiveram sua esperança renovada.

    Hugo Flávio Solar de Almeida 18/12/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.