Enquete do PLP 453/2017

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Pontos mais populares

Não haveria corrupção pelas empreiteiras.

Laura Gentle 25/05/2020
2

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Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Entendo a intenção de agilizar obras paradas, mas é preciso cautela. Dispensa de licitação reduz a concorrência e pode comprometer a transparência. É essencial que, caso o PLP 453/2017 avance, haja mecanismos rigorosos de controle e fiscalização

    EDUARDO DE SA RAMOS 28/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Acho positiva a iniciativa do PLP 453/2017. O Exército tem histórico de eficiência e responsabilidade na execução de obras. Se uma obra está parada há anos e causando prejuízo, é melhor que seja retomada com quem tem capacidade técnica e operacional, do que continuar abandonada enquanto a população sofre.

    EDUARDO DE SA RAMOS 28/11/2025
    0
  • Ponto positivo: A proposta do PLP 453/2017 busca dar mais agilidade à infraestrutura do país ao permitir que o Exército assuma obras paradas ou abandonadas. A ideia é aproveitar a capacidade técnica e a eficiência do corpo de engenharia militar, evitando desperdício de recursos públicos. É importante avaliar os benefícios de acelerar projetos essenciais, mas também garantir transparência e equilíbrio para que instituições públicas e setor privado sejam respeitados

    EDUARDO DE SA RAMOS 28/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Maior agilidade: o Exército tem histórico de execução rápida de obras, evitando atrasos e burocracia excessiva. Capacidade técnica: o Departamento de Engenharia e Construção do Exército possui engenheiros e equipamentos próprios, reduzindo dependência de empresas privadas. Combate ao desperdício de dinheiro público: obras paradas geram prejuízo — retomar sem nova licitação pode evitar maiores perdas. Segurança e seriedade na execução: instituições militares têm imagem de disciplina e controle

    EDUARDO DE SA RAMOS 28/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Já é conhecida a eficiência do exército em obras anteriores onde o braço da força armada conseguiu com eficácia finalizar obras abandonadas pelo governo nos PAC. Sem falar na óbvia morosidade na qual o exército não sofre que assola a pobre vida das empreiteiras contratadas que não conseguem terminar obras por percalços governamentais e organizacionais. A história tá aí pra ser relembrada.

    ALBERTO VIEIRA BITTENCOURT LIMA 27/11/2025
    1
  • Ponto positivo: Não haveria corrupção pelas empreiteiras.

    Laura Gentle 25/05/2020
    2
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    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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