Enquete do PL 9133/2017

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 40%
Concordo na maior parte 6 9%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 5 8%
Discordo totalmente 26 41%

O que foi dito

Pontos mais populares

Já se sabe as dificuldades que uma pessoa com deficiência enfrenta perante a sociedade. Para uma mãe querer colocar o filho em um colégio PARTICULAR, entende-se que ela tenta sempre dar o melhor para o filho e considera determinada instituição de ensino a melhor opção DISPONÍVEL no momento. É revoltante como há gente que defende uma suposta incapacidade de entrada dessas pessoas sendo que a escola é onde se aprende a conviver em sociedade -composta também por pessoas com deficiência-.

ANTONIO CARLOS D ALMEIDA ANGELIM NETO 07/03/2025
3

A LDB busca a inclusão efetiva do aluno com NEE, garantindo sua permanência na classe regular sempre que possível. Caso contrário, determina sua inserção na educação especial (art. 58). Obrigar instituições privadas a aceitarem todas as matrículas, sem considerar a viabilidade pedagógica, resulta em uma inclusão apenas formal. A Constituição (art. 205) visa ao pleno desenvolvimento da pessoa, e uma inclusão sem suporte adequado compromete esse objetivo.

TIAGO HENRIQUE BRITO CORTE DE ALENCAR 24/02/2025
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Já se sabe as dificuldades que uma pessoa com deficiência enfrenta perante a sociedade. Para uma mãe querer colocar o filho em um colégio PARTICULAR, entende-se que ela tenta sempre dar o melhor para o filho e considera determinada instituição de ensino a melhor opção DISPONÍVEL no momento. É revoltante como há gente que defende uma suposta incapacidade de entrada dessas pessoas sendo que a escola é onde se aprende a conviver em sociedade -composta também por pessoas com deficiência-.

    ANTONIO CARLOS D ALMEIDA ANGELIM NETO 07/03/2025
    3
  • Ponto negativo: A LDB busca a inclusão efetiva do aluno com NEE, garantindo sua permanência na classe regular sempre que possível. Caso contrário, determina sua inserção na educação especial (art. 58). Obrigar instituições privadas a aceitarem todas as matrículas, sem considerar a viabilidade pedagógica, resulta em uma inclusão apenas formal. A Constituição (art. 205) visa ao pleno desenvolvimento da pessoa, e uma inclusão sem suporte adequado compromete esse objetivo.

    TIAGO HENRIQUE BRITO CORTE DE ALENCAR 24/02/2025
    8
  • Ponto negativo: O ponto negativo é que é inegável que as maioria total das escolas não tem preparo para cuidar e atender as demandas dessas crianças como deveriam. Por isso é importante começar um grande mutirão de qualificação aos professores que já atuam na área, e a criação de uma matéria na licenciatura dos futuros professores que vão preparar eles a lidar com as deficiências mais comuns.

    MARIA CLARA ALVES MEDEIROS 19/02/2025
    0
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que esse projeto vai sim combater em certa parte o preconceito contra crianças portadoras de deficiência. E vai forçar elas a serem incluidas na sociedade, como deve ser.

    MARIA CLARA ALVES MEDEIROS 19/02/2025
    0
  • Ponto negativo: No ponto negativo podemos afirmar que ainda estamos atrás de países como Bolívia e Venezuela como sem educação,mas ainda faltauito para o povo brasileiro exigir mais para poder servir bem...

    PAULO JOSE NUNES ALVES 11/02/2025
    1
  • Ponto positivo: Pela lógica sabemos ué a educação do nosso país ainda precisa ser revista,porém esse descaso uma hora tinha que parar onde tínhamos que pedir imploracoes para se educar onde lá fora ,estávamos sendo tratados como sem educação....

    PAULO JOSE NUNES ALVES 11/02/2025
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.