Enquete do PL 9001/2017

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 73 68%
Concordo na maior parte 5 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 28 26%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 4 80
Discordo 1 20

O que foi dito

Pontos mais populares

A terapia representará uma economia fabulosa para o SUS além de tratar com sucesso várias patologias para as quais os tratamentos convencionais não têm sucesso. Além disso já é regulamentada em diversos países do primeiro mundo.

Luiz Gonzaga Martins 27/02/2019
25

O CFM tentando monopolizar uma prática natural da qual esta perdendo mercado de trabalho.

Leonardo Morais 03/05/2019
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 24 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não há qualquer comprovação científica da eficácia da ozonioterapia para qualquer coisa, pior, ela pode causar problemas de saúde sérios, até a morte. NÃO HÁ QUALQUER COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA.

    Cesar A. K. Grossmann 23/11/2022
    0
  • Ponto negativo: Tudo sobre ozonip está reconhecido e devidamente registrado na anvisa ( equipamentos , acessórios e etc) reconhecido de forma parcial evidências em odontologia como bactericida, fungicidas e apenas.para cavidade bucal. Seja a ser depreciativo pela classe médica julgadora. Mostra um grande conflito de interesses políticos, econômicos. Não permitindo um tratamento complementar ao principal, redução de custos hospitalares. Pronto negativo: Indústria, CFM , Anvisa.

    Vivian Bertoncini 10/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Já existem estudos fora do país em todos os âmbitos de saúde e seus benefícios. Já temos uma regulamentação em cima de cada conselho de classe quanto a suas utilizações, equipamentos , protocolos , temos diretrizes com Associação BRASILEIRA de ozonioterapia no país. Porém temos um corporativismo médico do qual não permite que a população receba um tratamento complementar ao seu tratamento. Questões apenas políticas com interesses financeiros de indústrias.

    Vivian Bertoncini 10/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Ozonio um gás bactericida muito bom E outras qualidades

    Gilberto Rossi 16/12/2021
    3
  • Ponto positivo: No Brasil o ozônio só é aceito em caráter experimental, alegando que é preciso mais estudos, sendo que existem muitas provas de eficácia pelo mundo todo. As vacinas do Covid-19 também são experimentais e são liberadas para o mundo inteiro num curto período de tempo, só porque geram lucros exorbitantes. Apenas contra a liberação do ozônio ainda existe uma resistência besta, já que com a liberação da ozonioterapia as indústrias farmacêuticas vão parar de enricar à custa das doenças das pessoas.

    Francisco L. S. Barbosa 26/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Na minha opinião o que impede essa PL de ser Aprovada é a indústria Farmacêutica que irá deixar de faturar Milhões de Reais, pois a população irá se libertar de tomar tantos Remédios. São Muitos os relatos de Pessoas que fazem uso da Ozonioterapia e se curaram de diversas doenças.

    Edemilso Furtado 22/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Metodologia claro. Reduz e muito as chances de efeitos colaterais e óbito comparado a indústria farmacêutica. Mostrou-se eficácia e baixo custo com efeito satisfatório levando até mesmo a cura de certas doenças. Contribui e muito para a saúde da população reduzindo os custos da saúde (SUS). Estudos e países como CUBA nos mostram a segurança da utilização de Ozonioterapia.

    Michelle Negreiros 25/07/2020
    3
  • Ponto negativo: Os resultados que demonstram eficácia superior ao placebo na maioria dos estudos realizados até esta data não são definitivos, visto que foram usados dados de estudos com moderado a alto risco de viés. Devemos estudar melhor essa terapia com estudos tipo Ensaio Clínico Randomizado com Grupo Controle e Placebo a fim de comprovar sua eficácia.

    Fayez Bahmad Jr 12/07/2020
    2
  • Ponto negativo: O principal ponto negativo dessa proposta é a velocidade com que ela caminha, mesmo com pedido de urgência já protocolado.... É lamentável a forma como se impede a população do acesso à saúde. Afinal, os escândalos de corrupção na saúde mostram que propostas que gerem economia ao sistema não são bem-vindas para os gestores que querem mais é promover gastos. Assim há mais recursos para serem desviados... Ozonioterapia é saúde com baixo custo, o que é péssimo para os gestores corruptos...

    Integrativa Vet 12/07/2020
    3
  • Ponto positivo: Especialidade que promove saúde em diversas enfermidades. Não deve ser visto como a cura para tudo, mas pode ser adjuvante e integrado nos protocolos terapêuticos de diversas enfermidades. O grande detalhe que enaltece muito essa especialidade é o resultado favorável observado nos pacientes a um custo extremamento baixo, a ponto de incomodar a indústria farmacêutica...

    Integrativa Vet 12/07/2020
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.