Enquete do PL 8889/2017

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 232 2%
Concordo na maior parte 51 0%
Estou indeciso 18 0%
Discordo na maior parte 215 2%
Discordo totalmente 12.934 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

nenhum, apenas mais um projeto para atrapalhar o consumidor.

Renato Dias 22/11/2019
1422

Nenhum consumidor pediu por essa regulamentação. Os produtores nacionais são livres pra criarem seu próprio serviço concorrer com os que já existem. Não quero ser obrigado a bancar um produto que não me interessa. Queremos mais liberdade ao cidadão e menos intervenção do estado.

Elton Sousa 27/11/2019
1950

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 501 encontrados.

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  • Ponto negativo: O PL 8889/2017 é um retrocesso! Tentar regular a internet como TV a cabo é ignorância tecnológica. A taxa Condecine vai encarecer as assinaturas para o povo. Cotas de conteúdo são censura velada e interferência na liberdade de escolha. Burocratizar criadores independentes mata a inovação. Queremos internet livre, não uma reserva de mercado para a velha mídia e burocratas da ANCINE. O Estado não deve decidir o que eu assisto! Voto NÃO!

    GUILHERME SIMPLICIO PEREIRA 11/02/2026
    1
  • Ponto negativo: Mais um tributo totalmente desnecessário que irá aumentar o custo de vida do consumidor. O governo deve intervir menos no mercado.

    RENATO MENDES SOUZA SANTOS 16/11/2025
    3
  • Ponto negativo: Aumento de imposto, que, logicamente, será repassado ao consumidor final, como toda proposta desse desgoverno

    MATHEUS WEBER AMARO 08/11/2025
    3
  • Ponto negativo: Vão tirar dinheiro do consumidor final (pois as empresas vão repassar a taxa), cuja maioria recebe menos de 5k mensais (pois 85% dos brasileirãos recebem menos que isso), para dar pra cineasta do Leblon nascido em berço de ouro (pois só assim pra ser cineasta de sucesso nesse país)...e depois tirar desse mesmo cineasta mais impostos. PL irracional, elitista e sem eficácia.

    THALLES CASTELLANI PENNA DE LA ROCQUE LEAL 06/11/2025
    3
  • Ponto positivo: Orgulho de que os parlamentares sérios (sim, Professor Alcides, você não é um deputado digno e graças a Deus está chegando o prazo de validade) de Goiás votaram NÃO!

    DIOGO MATHIAS PORTUGAL 05/11/2025
    1
  • Ponto negativo: Mais um projeto que não atende as necessidades do cidadão. É um projeto que beneficia uma minoria e não o coletivo, é uma forma de repassar mais impostos a nós contribuintes, lamentável que nossos representantes deixem isso acontecer. São colocados lá para trabalhar para o nosso interesse, mas não vejo assim.

    EDILSON NASCIMENTO DE AMORIM 05/11/2025
    7
  • Ponto negativo: Mais um ralo de dinheiro pago por nós, será que vocês não tem competência de fazer projetos que atendam aos que votaram em voces ? Queremos é segurança, saúde, e MENOS IMPOSTOS que certamente vão para o consumido pagar.

    LUIZ CLAUDIO FERREIRA BACELLAR 05/11/2025
    3
  • Ponto negativo: Medida que possibilita a promoção partidária, político-ideológica e, em geral, o favorecimento de grupos de interesse, muitas vezes com justificativas e objetivos escusos, em detrimento do interesse público e do bem-estar coletivo.

    RAFAEL RODRIGUES CANOTILHO 04/11/2025
    4
  • Ponto negativo: O acesso a informação dever ser fomentado sem aplicação de tributos, aqui é uma hipótese que merece um outro PL para criar imunidade tributário. O referido tributo também, de uma certa forma, vai contra a liberdade econômica, criando uma transferência irregular de renda, favorecendo enriquecimento indevido de terceiros.

    PAULO AMERICO LUENGO ALVES 28/10/2025
    3
  • Ponto negativo: 100% do dinheiro para investir no projeto não vai para o sul e sudeste, qual a justificativa disso? deixe o povo em paz, estão cansados de voces, sério que voces não tem medo de quando o povo se revoltar? Quando o povo brasileiro não tiver mais escolhas ao não ser acabar com esse sistema politico através da força, serio que não temem?

    GABRIEL ANDRE GONCALVES 14/02/2025
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.