Enquete do PL 8808/2017

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 100%
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Discordo totalmente 0 0%

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Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Eu não entendo como o Brasil ainda não enxerga e ainda não dá apoio aos Fibromiálgicos. O dia MUNDIAL da Fibromialgia já existe há muitos anos!!!!!! Nós precisamos de ajuda, de tratamentos e no mínimo RESPEITO! ESTAMOS totalmente desamparados principalmente agora na Pandemia. Como pode na nossa condição, o INSS cessar auxílio doença e nos deixar sem atendimento, sem tratamento e sem condições de sobreviver????? BrasiL pelo amor de Deus, ACORDA!! GOVERNANTES SEJAM HUMANOS!! IMPLORO POR JUSTIÇA

Cátia Magali da Silva 28/05/2021
6

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sofro tanto tenho tanta dor que já pensei até em suicídio tenho 59 anos ñ aposento por tempo de contribuição só por idade . Sou Tec de Enfermagem ñ tenho mais habilidade nas mãos os braços ñ tenho mais firmeza .luto mt sem apoio financeiro sem os remédios . Tenho artrite ,artrose burcite, tendinite síndrome do carpo e fibromialgia desvio da lombar roptura na servical. Socorro me ajudem. Sou do dia 22/09/1962=59 anos de dor

    Tania Gavioli 02/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Precisamos de socorro, de auxílio, não conseguimos trabalhar, não temos forças, não temos acesso a serviços de saúde, estamos desamparados totalmente. Além de tudo isso, sofremos preconceito, pois q fibromialgia é considerada uma mentira, uma farsa por grande parte da sociedade. Precisamos que isso seja divulgado para a sociedade, afim de que não sofremos além do que a doença já nos causa. Precisamos de ajuda para restaurar nossa dignidade, precisamos de auxílio médico e jurídico.

    Ana Ondiciati 18/10/2021
    2
  • Ponto positivo: É urgente que seja dado visibilidade as condições do fibromiálgico!, além das dores 24 h e demais sintomas que vão se soprepondo ao outro, existe muitas limitações que passamos no dia a dia, sem conseguir trabalhar, sofremos com a falta: de apoio,medicamentos e tratamento adequados pelos SUS e sem dinheiro não conseguimos suprir a demanda de gastos via particular. Somos discriminados por alguns médicos e principalmente pelo INSS, que nos dão aptos mesmo quando não conseguimos levantar da cama.

    Cristiana Lima 08/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Eu não entendo como o Brasil ainda não enxerga e ainda não dá apoio aos Fibromiálgicos. O dia MUNDIAL da Fibromialgia já existe há muitos anos!!!!!! Nós precisamos de ajuda, de tratamentos e no mínimo RESPEITO! ESTAMOS totalmente desamparados principalmente agora na Pandemia. Como pode na nossa condição, o INSS cessar auxílio doença e nos deixar sem atendimento, sem tratamento e sem condições de sobreviver????? BrasiL pelo amor de Deus, ACORDA!! GOVERNANTES SEJAM HUMANOS!! IMPLORO POR JUSTIÇA

    Cátia Magali da Silva 28/05/2021
    6
  • Ponto positivo: Faz-se necessária o Conhecimento, Conscientização para o Enfrentamento a está Síndrome invisível e tão pouco conhecida. Bem como, a criação de políticas públicas aos pacientes por ela acometidos.

    Sandra Santos Silva 17/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Infelizmente eu tenho fibromialgia. Passei por diversos ortopedistas que me pediram diversos exames e sempre diziam que eu não tinha nada. Só cheguei ao diagnóstico quando fui procurar respostas na internet, reconheci os sintomas e fui ao reumatologista

    Marilise Salles 12/11/2019
    1

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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

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  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1001/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas à política fundiária e à reforma agrária, extinguindo o INCRA, e dá outras providências.