Enquete do PL 8626/2017

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 33 92%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 8%

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Resultado parcial desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 7 100
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O que foi dito

Pontos mais populares

Algumas empresas geram a fidelidade com intuito de prender o cliente, independente de sua satisfação. Eles colocam essa clausula embutida. enganando os mais leigos.

Fernanda Frujuelle Fiuza 12/07/2019
7

As empresas oferecem valores mais vantajosos com a contrapartida de fidelidade. Essa lei fará com que os preços dos serviços fiquem mais caros por não ter contrapartida para preços promocionais.

Victor Bachman 08/07/2019
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: É muito comum as empresas mascarar preço baixo com a fidelidade, mas que no final das contas, o serviço é ruim e você fica preso com uma multa absurda. Nem faz sentido, uma grande operadora domina o mercado derruba os provedores locais, prende os clientes com um serviço de baixa qualidade. Todo mundo sai perdendo, tirando as grandes corporações.

    Emerson Pereira 07/10/2021
    0
  • Ponto positivo: é abusivo a cobrança de fidelidade por 12 meses, isso tem que acabar, a pessoa fica refém de cobranças de multa

    pedro henrique 28/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Seria uma boa hora de votárem esta Pl, pois devido o desemprego em massas muitas pessoas não poderão continuar com seus serviços por falta de dinheiro, e na hora de cancelar ter que pagar multa e como não vão ter como pagar a multa e nem continuar com o serviço ficarão inadimplentes nos órgãos de proteção de créditos.

    Isaac Sá do Nascimento 14/05/2020
    2
  • Ponto positivo: concordo com a pl pois o que deve fazer o consumidor ter fidelidade com o serviço oferecido é a qualidade do mesmo oferecido. não podemos ficar preso em um contrato de serviço que não cumpre com o que foi oferecido...

    Gil Pereira 25/09/2019
    4
  • Ponto positivo: O consumidor, não pode está preso a uma cláusula de fidelidade, pois ele tem livre e espontânea opção de escolha. Como por exemplo: uma pessoa não pode ser forçada à comprar produtos para si, em um mesmo estabelecimento; ela comprará onde estiver mais favorável à ela!

    Werlleson Moraes 19/08/2019
    5
  • Ponto positivo: Algumas empresas geram a fidelidade com intuito de prender o cliente, independente de sua satisfação. Eles colocam essa clausula embutida. enganando os mais leigos.

    Fernanda Frujuelle Fiuza 12/07/2019
    7
  • Ponto negativo: As empresas oferecem valores mais vantajosos com a contrapartida de fidelidade. Essa lei fará com que os preços dos serviços fiquem mais caros por não ter contrapartida para preços promocionais.

    Victor Bachman 08/07/2019
    0
  • Ponto positivo: melhora a livre concorrência e força as empresas a melhorarem os serviços para segurarem os clientes

    Marcos José Silva Costa 20/06/2019
    5
  • Ponto positivo: Imputar ao consumidor a obrigação de permanecer utilizando seus serviços sob pena de multa vai totalmente contra a liberdade defendida pela Constituição Federal, fazendo com que o consumidor se torne presidiário de um contrato que futuramente pode não ser mais vantajoso para ele.

    Victor Gerheim Ferreira 19/06/2019
    4
  • Ponto positivo: É uso abusivo de renovação de contrato apenas para manter a fidelidade, uma vez que a qualidade dos serviços não melhora sendo apenas uma forma de procrastinar o serviço.

    cassiasanto@gmail.com 16/05/2019
    4
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.