Enquete do PL 8489/2017

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 39 87%
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Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 1 2%

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Resultado parcial desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

TDAH e DISLEXIA não é considerado deficiência mas nós não somos iguais aos demais. Sofremos sim, e muito. O q uma pessoa sem essas condições fazem em 30min posso levar até 4h pra executar. Nunca fui bem na escola e nos empregos. Justamente pelas dificuldades das condicoes. Quem tem uma vida escolar, social e trabalhista com tamanhas dificuldades deve sim ter artifícios que nos ajudem. Ou vcs acham q as empresas vao preferir contatratar pessoas com Tdah DISLEXIA, com dificuldades ler e executa

MUNIK BARBOSA FERREIRA DUTRA 25/07/2021
7

- direito de ter um ledor à sua disposição nas provas, para que realize a leitura e registre a redação mediante ditado da pessoa com dislexia. Esse recurso deve ser optativo.

Selma Molina 21/08/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: A proposta coloca os cidadãos que sofrem com TDAH e DISLEXIA mais próximos de concorrer de forma igualitária com os demais candidatos. É uma pena que o projeto está desde 2017 perambulando pelo Câmara sem ser finalizado, ainda falta o Senado e o Executivo, ou seja, mais uns 5 a 10 anos, pelo menos para este pessoal ter este direito.

    Marco Antonio Gomes de Almeida 27/05/2022
    4
  • Ponto positivo: Sofro tanto com TDAH que e até ABSURDO não ser PCD. Só quem passa sabe. Não somos iguais. Não me encaixo nesse mundo.

    MUNIK BARBOSA FERREIRA DUTRA 25/07/2021
    4
  • Ponto positivo: TDAH e DISLEXIA não é considerado deficiência mas nós não somos iguais aos demais. Sofremos sim, e muito. O q uma pessoa sem essas condições fazem em 30min posso levar até 4h pra executar. Nunca fui bem na escola e nos empregos. Justamente pelas dificuldades das condicoes. Quem tem uma vida escolar, social e trabalhista com tamanhas dificuldades deve sim ter artifícios que nos ajudem. Ou vcs acham q as empresas vao preferir contatratar pessoas com Tdah DISLEXIA, com dificuldades ler e executa

    MUNIK BARBOSA FERREIRA DUTRA 25/07/2021
    7
  • Ponto negativo: - direito de ter um ledor à sua disposição nas provas, para que realize a leitura e registre a redação mediante ditado da pessoa com dislexia. Esse recurso deve ser optativo.

    Selma Molina 21/08/2020
    2
  • Ponto positivo: As causas podem ser de ordem pedagógica, neurológica ou intelectual.

    larissa da silva paula barcelos 15/08/2019
    1
  • Ponto positivo: Os desiguais devem ser tratados de forma desigual, na medida de suas desigualdades.

    Andrea Barreiro Lima 12/08/2019
    6
  • Ponto negativo: Dislexia e TDAH não é deficiência.

    Cleonice Maria Campos Dorneles 23/05/2019
    0
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    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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