Enquete do PL 8438/2017

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 62 67%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 29 32%

O que foi dito

Pontos mais populares

acessibilidade do rádio para a população

Márcio Maciel 05/08/2019
14

o cidadão que escolha entre um celular com rádio FM ou sem rádio FM ... agora obrigar a montar/fabricar com rádio FM é um passo para afugentar empresas do país. Lei ridícula e sem fundamento.

Diego Weber 03/10/2019
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto positivo: Positivo O projeto visa propiciar ao usuário de celular, que este possa se conectar a rádio FM se assim desejar. Se o aparelho não tiver o recurso liberado tornar-se-a impossivel assim proceder.

    Alessandro Morandini 24/05/2022
    0
  • Ponto negativo: Quem quer aparelho com função de rádio que compre um. Obrigar todos a terem isso só torna mais caro pra quem não quer. A proposta foi alterada para obrigar também a exigência de rádio dos importados, que só piora a situação e vai nos tornar reféns do nosso mercado de eletrônicos, que já é atrasado demais por si só. Já tem várias opções que não são vendidas no Brasil, isso só vai colocar mais barreiras ainda, pra que menos empresas invistam aqui e menos aparelhos de qualidade cheguem até nós.

    James Sabel 22/01/2021
    0
  • Ponto negativo: - O deputado está legislando em causa própria - Obrigar a ter uma função não significa que as pessoas vão usar - Vai encarecer os aparelhos Só por que você gosta de uma coisa, não deve obrigar a todos a gostar também.

    Arthu Vinicius Demetrio Santiago 21/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Concordo. O recurso de rádio FM deve estar ativo em todos os celulares que são montados/fabricados aqui, uma vez que o mesmo se encontra presente na esmagadora maioria dos aparelhos celulares. Hoje, o brasileiro que sempre amou ouvir rádio, usa a conveniência do aparelho celular para tal, sem ter que carregar mais um eletrônico consigo. Acho mais que justo que essa funcionalidade esteja presente e funcional em todos os aparelhos aqui montados.

    Rômulo Nascimento da Silva 21/04/2020
    1
  • Ponto negativo: mesmo que essa Pl seja aprovada o app do rádio em Smartphone vai ficar em desuso, o que pode acarretar é as fabricantes subir o preço do apareço só por causa de obrigatoriedade.

    Paola Moura Lajes 10/01/2020
    6
  • Ponto positivo: o que se solicita é a habilitação do chip de rádio FM, pois TODOS os aparelhos já vêm com ele instalado. Onde tem internet tem rádio, e onde o rádio alcança, nem sempre a internet consegue. Porque alguns não gostam, não podemos cercear os que gostam. Democraticamente.

    Thiago Martins 08/10/2019
    3
  • Ponto positivo: O rádio é companhia, é prestação de serviço, é informação precisa e rápida.

    Edgar Rodrigues 08/10/2019
    2
  • Ponto positivo: O fato de não precisar do sinal Wi-Fi para ouvir.

    Fernando Carlos 07/10/2019
    5
  • Ponto positivo: Acessibilidade ao Rádio gratuitamente

    Gabriel Gandolfi 07/10/2019
    4
  • Ponto positivo: Dar a população o direito de ouvir rádio onde estiver. O RÁDIO sempre foi um companheiro do ouvinte. Com essa lei temos a oportunidade de deixar o cidadão escolher o que usar em um único aparelho, assim ele podera decidir o que quer ouvir, sem ter que pagar mais por isso.

    Liza Rocha 07/10/2019
    5
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.