Enquete do PL 2113/2019 (Nº Anterior: pl 7720/2017)

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 169 97%
Concordo na maior parte 1 1%
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Discordo totalmente 1 1%

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Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
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Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito importante garantir o direito ao explante da prótese para a paciente que assim desejar!

Larissa de Almeida 01/02/2022
7

É necessário expandir a pauta para que o SUS possa atender também mulheres que necessitam fazer o explante de suas próteses de silicone por questões de saúde, ainda que não sejam pacientes que fizeram reconstrução mamária pós câncer! Milhares de mulheres estão adoecendo por conta de Síndrome Asia, doença do silicone, linfoma ALCL, rompimento da prótese e/ou contratura capsular e não possuem condições para pagar uma cirurgia de capsulectomia total em bloco!

Larissa de Almeida 01/02/2022
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo com a opção do explante, deveria ser orientado pelo médico antes. Não vejo a hora de retirar os meus.

    Alessandra Fernandes 27/11/2022
    0
  • Ponto positivo: O direito ao explante está embasado no direito à saúde! É um absurdo os médicos não alertarem suas pacientes sobre os riscos do implante. Além disso, a cirurgia de remoção é de 2 a 3 vezes mais cara do que a de implante! Os convênios e o SUS deveriam garantir o explante em bloco. Além de preservar a vida das mulheres, ainda reduziria o número de doenças causadas pelos implantes.

    Ana Brito 24/11/2022
    1
  • Ponto positivo: É urgente a aprovação do explante de silicone pelo sus e convênio as mulheres estão doentes e precisam ser curadas da doença do silicone.

    Cassia Garrote 09/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Quando a mulher implanta, ninguém fala em Síndrome de Ásia, efeito colateral que pode ser grave. Agora, precisamos explantar ou piorar a saúde e encher ainda mais os hospitais por conta dessas sequelas! Todas merecem explantar!

    Erica Bussiki 11/08/2022
    1
  • Ponto positivo: É necessário expandir a pauta para que o SUS e convênios possam atender também mulheres que necessitam fazer o explante de suas próteses de silicone por questões de saúde. Coloquei a prótese em 2009 e não me alertaram em nenhum momento sobre possíveis problemas. Milhares de mulheres estão adoecendo por conta de Síndrome Asia, doença do silicone, rompimento da prótese ou contratura capsular e não possuem condições para pagar uma cirurgia de capsulectomia total em bloco!

    Evelin Cabreira 14/06/2022
    1
  • Ponto negativo: TODAS devem poder fazer o explante! Não se pode ignorar a quantidade enorme de mulheres que estão sofrendo com a Doença do Silicone e não podem comprovar a doença, ou pagar para acabar com ela! Eu não assisti um vídeo e passei a ter os sintomas; eu sinto os sintomas, e estou sofrendo sem um diagnóstico comprovado. O SUS e os planos de saúde não cobrem; e os médicos cobram 18 mil reais a cirurgia. Temos o direito de explantar, depois de conhecer sobre os perigos que carregamos nos peitos!

    CINTYA BRASIL MAIA 24/05/2022
    1
  • Ponto positivo: As mulheres precisam do direito ao explante. O silicone está nos matando, e precisamos de ajuda!

    CINTYA BRASIL MAIA 24/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Quando coloquei silicone há quase 10 anos atrás não tinha conhecimento só ouvi falar coisas boas, hoje sofro com dores, baixa auto estima, baixa libido, vários desconfortos e no momento não tenho condições de arcar com uma nova cirurgia plástica. Quero muito minha saúde de volta

    MORGANA APARECIDA SILVA LANZA 13/05/2022
    1
  • Ponto negativo: A informação não é transmitida de forma clara aos pacientes, médicos alegam apenas que é seguro ter silicone e que são vitalícios. A maior mentira é falta de ética com seus pacientes, sofri por anos com dores que ninguém acreditava até me deparar com uma possível causa e então EXPLANTEI. Hj 1 ano e 5 meses após explante me considero viva sem problemas de saúde e sem nada que me impessa de uma vida ativa e normal, que não afeta meu trabalho nem minha vida particular..

    Cristiane de Brito Almeida Gonçalves 07/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Quando colocamos há mais de 15 anos atrás não sabíamos dos riscos e quando acontece algo e precisa ser retirado é sempre urgente , custo alto e estamos despreparadas para assumir esses custos.

    Isabella Monteiro 27/03/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

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  4. PL 849/2025

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  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.