Enquete do PL 7352/2017

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 25%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 3 9%
Discordo totalmente 22 63%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 0 0
Discordo 1 100

O que foi dito

Pontos mais populares

É fato que no Brasil, muitas mães usam a justiça como mecanismo de vingancas, e o que é pior: os filhos. Contra restrições dos direitos dos pais em conviver com seus filhos, como quer Diversas mães…

Josias Neto Alves Miranda 22/12/2021
1

Totalmente ridículo isso, fizeram alterações na LAP original, mesmo depois que o STF considerou a lei constitucional, como a bancada feminina não conseguiram revogar, estão apelando para a vingança, alterações que só beneficiam as mulheres que continuam fazendo falsas acusações na e na vara da família para afastar o convívio do pai com seus filhos, de acordo com a lei, o investigado que não foi julgado em tribunal e que não foram esgotadas o recursos judiciais não pode ser considerado culpado!

Bruno Alencar 20/12/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: O texto original da lei estava ótimo

    Pierre J. Santos Massei 13/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Luto pelo meu filho, para conviver com ele AGORA e não para ver ele envelhecer, pelos anos do processo! Prioridade nos processos de Alienação Parental é um direito da criança! #eulutopelomeufilho #lutepeloseufilho

    Luciano Borges 17/02/2022
    0
  • Ponto negativo: Vai chover de falsas denúncias, e os pais vão se ver atolado de processo sem conseguir ver os filhos, um retrocesso, já se perde tempo demais nos tribunais, só existe uma parte nessa tratativa a genitora, o genitor, avós, tios são meros mortais que não tem direito a convívio, aliás nem o direito da criança é ou vai ser respeitado. Cruel não ser a mãe nessa relação, pq ela pode tá toda errada até pra conseguir uma visitação é difícil, mesmo genitor sem processo algum, avalie com as denúncias

    Patrícia Nunes 12/01/2022
    2
  • Ponto positivo: A única coisa positiva que já existia mas a gente não ver os tribunais praticando é a mudança de domicílio sem qualquer melhoria para a criança, só mera vingança.

    Patrícia Nunes 12/01/2022
    0
  • Ponto negativo: A lei que buscava combater a alienação parental agora a promove. Se todas as mudanças vingarem, qualquer acusação de abuso sexual (verdadeira ou não) afasta a incidência da LAP, matando a presunção de não culpabilidade. Curiosamente, o dispositivo que reconhece a apresentação de falsas denúncias contra genitor como ato de AP foi mantido. É um projeto sem técnica, que peca pela redundância e pela inconstitucionalidade. Quem trabalhou nele sequer teve o trabalho de ler o que estava fazendo...

    Eduardo Ribeiro 23/12/2021
    1
  • Ponto positivo: É fato que no Brasil, muitas mães usam a justiça como mecanismo de vingancas, e o que é pior: os filhos. Contra restrições dos direitos dos pais em conviver com seus filhos, como quer Diversas mães…

    Josias Neto Alves Miranda 22/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Totalmente ridículo isso, fizeram alterações na LAP original, mesmo depois que o STF considerou a lei constitucional, como a bancada feminina não conseguiram revogar, estão apelando para a vingança, alterações que só beneficiam as mulheres que continuam fazendo falsas acusações na e na vara da família para afastar o convívio do pai com seus filhos, de acordo com a lei, o investigado que não foi julgado em tribunal e que não foram esgotadas o recursos judiciais não pode ser considerado culpado!

    Bruno Alencar 20/12/2021
    2
  • Ponto positivo: Excelente, nossas crianças agradecem. Eu colocaria até em escala de prioridade, após AP, colocaria assuntos da guarda dos filhos.

    Gustavo Henrique 07/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Isso é um avanço para nossas crianças.

    Denis Rogério da Silva 07/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Concordo totalmente, parabéns Deputado. Ações de guarda e ECA já têm prioridade sobre outros tipos pelo CPC, mas nas comarcas com varas ESPECIALIZADAS isso perde o sentido pois aí "todas" rodam na mesma prioridade, em relação às demais. Assim, com esse PL, haverá "prioridade dentro da prioridade" que resolverá o problema. Muito boa a ideia.

    Marcelo Sauaf 27/05/2021
    0

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.