Enquete do PL 7082/2017

Resultado

Resultado final desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 183 64%
Concordo na maior parte 16 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 3%
Discordo totalmente 75 27%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 05/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 6 46
Discordo 7 54

O que foi dito

Pontos mais populares

Clareza em prazos, direitos e deveres para fomentar a pesquisa clínica no país.

Heloisa 09/04/2020
24

Desvinculação da CONEP do Conselho Nacional de Saúde

Tiago Cepas Lobo 31/10/2019
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 35 encontrados.

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  • Ponto negativo: Com o pretexto de acelerar a aprovação dos protocolos de ensaios clínicos, o projeto burocratiza o processo despersonaliza o participante, privando-o de direitos essenciais, como, ex., de autonomia de decisão, privacidade e sigilo de dados sensíveis (inclusive aqueles protegidos pela LGPD). A decentralização proposta pela eliminação da CONEP, elimina a regulação dos CEP, abrindo espaço para favorecer conflitos de interesse do proponentes e empresas, em detrimento dos participantes e da ética.

    Rosana Bassani 29/11/2023
    1
  • Ponto negativo: Retirada da autonomia da CONEP. Retirar a característica e o cuidado ético ao Participante de Pesquisa.

    RAPHAEL FERNANDO BOIATI 06/09/2023
    2
  • Ponto positivo: Os pontos positivos serão a retirada da ética no estado democrático.

    RAPHAEL FERNANDO BOIATI 06/09/2023
    0
  • Ponto negativo: Este projeto DESVINCULA o controle social do CONEP pelo Conselho Nacional de Saúde! O PL não traz nada de novo na sua redação, é uma manobra para que a população brasileira não possa mais opinar sobre os processos de liberação de pesquisas com seres humanos

    Alan Kornin 10/05/2022
    4
  • Ponto positivo: Esta transformando as pessoas em cobaias e nao querem nem pagar por um tratamento experimental que pode trazer danos serios a saúde da pessoa e a pessoa nem recebe por isso

    Fabio Pimentel 20/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Harmoniza a regulamentação com a da maioria dos países que seguem as normas e diplomas das Boas Práticas Clínicas (ICH - GCP) e coloca o país em igualdade de condições no que diz respeito à segurança dos pacientes e harmoniza a norma brasileira com as demais, desburocratizando o processo e definindo claramente as responsabilidades de Comitês de Ética, Patrocinadores e Pesquisadores.

    JADERSON SOCRATES LIMA 18/04/2022
    0
  • Ponto negativo: Cria apenas um conjunto de regras específicas para a pesquisa clínica deixando todas as demais áreas da pesquisa envolvendo seres humanos sem um marco regulatório. Vários prontos projeto fragilizam direitos dos participantes e confundem papéis dos pesquisadores e dos patrocinadores. Deveria haver uma discussão mais abrangente da pesquisa envolvendo seres humanos no Brasil e não apenas uma visão estreita para a pesquisa clínica.

    José Roberto Goldim 04/08/2021
    4
  • Ponto negativo: Retirada de direitos existentes para os voluntários da pesquisa e ganho financeiros aos que usaram a pessoa como voluntária deixando sem cobertura caso dependa do medicamento além do prazo previsto no PL. Retrocesso no que hoje é garantodo na normatização do Conselo Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos

    Denise Martins Ferreira 04/08/2021
    3
  • Ponto positivo: A Pesquisa Clinica traz benefícios diretos à população e à ciencia do país. Devemos te-la em competitividade com os outros países.

    Priscila Wolff 04/05/2021
    3
  • Ponto positivo: previsibilidade nos prazos de doaçao pos estudo

    Regina Sider 04/05/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.