Enquete da PEC 275/2016

Resultado

Resultado parcial desde 02/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.023 96%
Concordo na maior parte 27 1%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 8 0%
Discordo totalmente 91 3%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 02/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 15 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

A Guarda Civil, merece ser reconhecida para que possam desempenhar suas funções com respaldo. Portanto deve ser incluída no ART.144, parágrafo 8, da cf. Pois a mesma já está a anos protegendo a população em todo os sentidos. Fazem as mesmas funções que a Polícia Militar, Polícia Civil, etc. Desempenham um brilhante trabalho, e uma corporação que está próxima dos munícipes. E precisamos de segurança, quanto mais melhor.

Jerson Carlos 29/01/2022
109

Não vejo ponto negativo nessa proposta. Pois já fazem parte da segurança pública

Antonio Gonçalves Junior 01/09/2022
37

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 437 encontrados.

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  • Ponto negativo: Senhores Deputados não aprovem essa PEC é loucura! Guarda Municipal não é polícia, deputados que votarem a favor dessa PEC se queimará com seus eleitores é um retrocesso…

    Icaro Antonine 23/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Tvz a Segurança Pública desse país está como está devido "os egos" dos Presidentes da Câmara não colocar "pra frente" pautas que interessa não a eles, mas, tem impactos diretamente na população. Essa Pec já deveria de ser sancionada a tempos. Como como se ela está paraplégica na Câmara e quem pode "somar" na Segurança Pública fica de mãos atadas! Lembrem_se deles em 2024 e 2026 nas urnas!!!

    Geraldo Magela Pinto 25/04/2024
    0
  • Ponto positivo: Segundo o STF já foi entendido a importancia da função das Guardas Civis como parte da Seguraça Publica. Entretanto, é importante essa definição estar expressa na Constituição para reconhecer e melhorar o desempenho dos entes na segurança publica. É improvável que exista opiniões divergentes quando o assunto é segurança publica, tem muito caminho a percorrer e essa PEC é um dos caminhos para a melhora na segurança publica.

    Rafael da Silva Campos 01/12/2023
    1
  • Ponto positivo: Às Guardas Municipais são a polícia do futuro! Todos os municípios onde Existem Guardas municipais os índices de violência e de criminalidade Estão baixando muito! Às Guardas municipais são atuantes e Auxiliam muito no Quesito segurança pública! O padrão de polícia comunitária e de polícia de proximidades estão dando muito certo no Brasil! Às Guardas municipais estão se Qualificando e se Capacitando Sempre! Vamos Apoiar pois se faz necessário a inclusão das Guardas municipais no artigo 144

    Júlio dos Santos Cerqueira 26/10/2023
    2
  • Ponto positivo: Sou policial penal e apoio a guarda municipal no ART 144, isso è de extrema necessidade para o patrulhamento ostensivo

    Curupira Neves 23/10/2023
    2
  • Ponto positivo: Quem faz o policiamento em minha cidade São o Guardas municipais onde o efetivo é maoor que o da policia militar e prestam um serviço de Qualidade.

    Janderson Santos 28/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Esta lei ja deveria ter sido aprovada ha muito tempo. A segurança pública esta se tornando uma calamidade no país. Vivemos com medo dentro e fora de casa. O reconhecimento da Guarda Municipal não só é necessário como também urgente.

    Wilson Pizzatto 04/04/2023
    14
  • Ponto positivo: Já passou da hora de criarem a comissão eapecial

    Joseney 03/04/2023
    9
  • Ponto positivo: Guardas municipais solução da segurança pública !!!

    jhon leno lucio alves 09/02/2023
    10
  • Ponto positivo: Parabéns ao Congresso, demorou demais para aprovar esse projeto. Mais segurança jurídica para a guarda Municipal!

    José Cezar Ferrari 22/12/2022
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.