Enquete do PL 6468/2016

Resultado

Resultado parcial desde 02/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 47 92%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Desde 2016 com a PL parada. Projeto do Marcel van Hattem anexado a este e até agora nada?

Allan Severiano 19/02/2021
11

O termo servidor público poderia ser alterado para o termo mais amplo "funcionário público", equiparando os empregados públicos de estatais, por clara equidade de condições.

ELIABE ELIAS AUGUSTO ALVES 10/01/2025
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O termo servidor público poderia ser alterado para o termo mais amplo "funcionário público", equiparando os empregados públicos de estatais, por clara equidade de condições.

    ELIABE ELIAS AUGUSTO ALVES 10/01/2025
    0
  • Ponto positivo: A possibilidade de servidores importarem seus carros usados é um benefício necessário, que evita perdas financeira com a venda e recompra do caro no Brasil.

    ELIABE ELIAS AUGUSTO ALVES 10/01/2025
    0
  • Ponto positivo: O mercado interno brasileiro se encontra defasado em relação ao mercado externo. As empresas situadas no Brasil contam com um protecionismo absurdo que as permite abusar dos clientes brasileiros cobrando preços altissimos por automóveis de baixa qualidade. Essa PL colocaria em xeque as empresas e daria acesso aos brasileiros a carros de boa qualidade vendidos por bons preços no exterior.

    Raphael Viana 17/05/2023
    4
  • Ponto positivo: Claro que é positivo, para todos, os preços cairam e a qualidade dos carros aumentará, e claro, para os amantes de carro será uma ótima opção.

    João Gabriel Rangel de Almeida Soares 08/02/2022
    5
  • Ponto positivo: Esse PL tem que ser aprovado, todos temos o direito de poder ter aquilo que almejamos , pois é pra isso que lutamos todos os dias de nossas vidas. Outro ponto importantíssimo desse PL, seria para que as montadoras aqui instaladas dessem mais valores aos seus consumidores com melhorias em segurança e conforto nos seus veículos automotores, coisa que só acontece em veículos de grande porte econômico, ou seja , com preços muito altos . Obrigado.

    Carlos Alberto Lossolli Scherrer 18/05/2021
    6
  • Ponto positivo: Desde 2016 com a PL parada. Projeto do Marcel van Hattem anexado a este e até agora nada?

    Allan Severiano 19/02/2021
    11
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.