Enquete do PL 6338/2016

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

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Opção Participações Percentual
Concordo 1 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Inclusão de pessoas que são vetadas em diversos cargos por possuir está deficiência e, por outro lado, não eram consideradas deficientes.

Isabela Andrade 22/01/2019
4

Atenção! A Lei 14.768/2023 reconhece o portador de surdez unilateral como PCD, no entanto, a referida Lei não especificou de forma clara o que é considerado como surdez unilateral total. Para alguns é quem possui perdas auditivas acima de 85 decibéis, para outros é somente quem possui perdas acima de 95 dB e uma terceira corrente entende que é somente quem possui anacusia com perdas acima de 120 dB. Enfim, a situação está bem confusa e vem causando diversas barreiras e restringindo direitos.

DENNY PETTERSON FERNANDES 27/06/2025
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: Continuação: Temos agora a oportunidade de corrigir essa lacuna (sobre o que é necessário para ser reconhecido como surdez unilateral total) e aprovar essa importantíssima Lei que definitivamente garantirá os direitos aos portadores de surdez unilateral serem reconhecidos como PCD''S com todos os direitos a eles inerentes.

    DENNY PETTERSON FERNANDES 27/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Atenção! A Lei 14.768/2023 reconhece o portador de surdez unilateral como PCD, no entanto, a referida Lei não especificou de forma clara o que é considerado como surdez unilateral total. Para alguns é quem possui perdas auditivas acima de 85 decibéis, para outros é somente quem possui perdas acima de 95 dB e uma terceira corrente entende que é somente quem possui anacusia com perdas acima de 120 dB. Enfim, a situação está bem confusa e vem causando diversas barreiras e restringindo direitos.

    DENNY PETTERSON FERNANDES 27/06/2025
    0
  • Ponto positivo: A surdez unilateral afeta muito a distinção da direção do som. No meu caso, muitas vezes sei que estão falando comigo, mas não consigo identificar as palavras, o que me atrapalha muito no dia-a-dia. A aprovação do Projeto de Lei é imprescindível para que tenhamos reconhecido um direito que até então nos é negado, pois enfrentamos todas as dificuldades de uma deficiência, mas não temos reconhecido um direito à equiparação mínima em termos de chance de trabalho e qualidade de vida.

    PRISCILA APARECIDA DE OLIVEIRA 24/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Já fui barrado em concurso por ter deficiência unilateral, mas ao mesmo tempo não sou deficiente. Fico num limbo onde não sou nada?! Faz todo sentido que seja aprovado, até pq o simples fato de não escutar de um lado nos atrapalha na orientação do som, entre outras coisas... total apoio

    Wagner Alves 30/03/2022
    1
  • Ponto positivo: PL 1361/2015 essa pl versa sobre a surdez unilateral, e a 6338 poderia ser apensada a ela uma vez que a mesmas ja sai da camara para o senado e retornou e esta em fase final, precisa apenas ser colocada em votacao para ir para sancao presidencial. Entao basta concentrar na 1361/2015 coloca la em votacao que o surdos unilaterais serao retirados da exclusao em que a nossa legislacao falha nos colocou.

    Paulo Marlon 05/04/2021
    4
  • Ponto positivo: ouvidos e coloca os pacientes em riscos permanentes, pois dificulta a identificação da direção do som. Dessa forma, o simples ato de atravessar uma rua torna-se um grande obstáculo para essas pessoas Concurso público também você não consegue se enquadrar como deficiente auditivo na cota nós presta concurso público não pela concorrência você não pode assumir porque você tem a perda auditiva de um ouvido e também nós entra na empresa falar que nós tem perda auditiva de um ouvido e não contrata

    PAULO RICARDO 12/03/2021
    4
  • Ponto positivo: Tenho a surdez unilateral de 100% e tenho muitas dificuldades devido a isso. Essa lei de inclusão seria ótimo para mim.Tomara que deem essa oportunidade para nós com essa deficiência.

    Luana Regina Scacabarozi 19/12/2019
    4
  • Ponto positivo: Inclusão de pessoas que são vetadas em diversos cargos por possuir está deficiência e, por outro lado, não eram consideradas deficientes.

    Isabela Andrade 22/01/2019
    4
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).