Enquete do PL 5531/2016

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
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Opção Participações Percentual
Concordo 187 98
Discordo 3 2

O que foi dito

Pontos mais populares

Permite a sincronia com o setor privado, o que melhora a qualificação do servidor público

•Sea • :3 27/11/2019
24

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: O estatuto da OAB já permite, tanto é que os advogados publicos dos demais entes já advogam na esfera privada. Basta vedar a advocacia contra a união e suas entidades indiretas.

    PAULO SERGIO SOUZA BARBOSA 29/05/2025
    9
  • Ponto positivo: A aprovação do PL é essencial. Além de efetivar o princípio da isonomia, constitui um incentivo ao ingresso na carreira e fomenta a busca pela qualidade do serviço público.

    Bárbara 03/07/2023
    16
  • Ponto positivo: Totalmente constitucional e justo, uma vez que, outros advogados públicos, já advogam sem problemas.

    Leandro Meira 15/04/2021
    16
  • Ponto positivo: A proposta não traz custos ao erário e favorecerá a qualificação da Advocacia Pública Federal e dos seus membros, a autonomia técnica e a consequente qualidade do serviço público prestado.

    Rodrigo Ceni de Andrade 09/02/2020
    15
  • Ponto positivo: Permite a sincronia com o setor privado, o que melhora a qualificação do servidor público

    •Sea • :3 27/11/2019
    24
  • Ponto positivo: É um atrativo para a carreira, que necessita de Advogados qualificados, para a defesa do erário. Permite ao Advogado Público permanecer em contato com o mercado privado (nuances, novidades, constante aprimoramento técnico).

    Dayvisson Martins de Oliveira 27/08/2019
    12
  • Ponto positivo: quanto maior o atrativo, mais qualificados serão os interessados em integrar o quadro de advogados da união.

    joao carlos rocha 19/12/2018
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

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  6. PL 1229/2026

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