Enquete do PL 5414/2016

Resultado

Resultado parcial desde 10/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.043 56%
Concordo na maior parte 31 2%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 35 2%
Discordo totalmente 749 40%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 10/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 46 82
Discordo 10 18

O que foi dito

Pontos mais populares

Após quase 2 anos de pandemia e TODOS OS CURSOS precisaram se adaptar ao EAD com sucesso, temos que analisar que o ensino híbrido EAD da saúde autorizados pelo MEC tem em sua grade aulas de laboratório e estágio supervisionado, quando fiz tec de enfermagem há 20 anos presencial, só fui aprender a parte prática no estágio supervisionado. Sou contra esse PL coibir ensino da saúde em EAD ainda mais nesta pandemia onde já morreram muitos profissionais da saúde.

May Stoski 05/10/2021
54

formação ead em disciplinas (áreas de saude que tenham contato direto com pacientes) que exigem atenção ao paciente podem gerar profissionais inaptos ao atendimento presencial.

Isis Casemiro da Costa 11/12/2019
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 119 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Proibir algo sem olhar para a real vivência das pessoas deste país e ainda. Acredito que se o sistema funcionar de forma integra profissionais ruins formados tanto no presencial , hibrido ou ead sairão da área ou mesmo nem entrarão na mesma.

    WELLITOM VIEIRA LOPES 25/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Acesso a formação para aquelas pessoas que não conseguem pagar por um curso ou também para as pessoas que não podem parar de trabalhar para estudar pois necessitam manter seu sustento! Acredito que indiferente da modalidade o que mais importa é o comprometimento e/ou sonho da pessoa que quer cursar e crescer como ser humano e profissional. Hoje mesmo reconhecemos que existe vários profissionais formados presencialmente mas somente almejando dinheiro e não qualidade e atenção a seus pacientes.

    WELLITOM VIEIRA LOPES 25/02/2025
    0
  • Ponto positivo: O EAD é uma vantagem e um avanço na Educação. Temos médicos de excelência formados no EAD fora do país e nem por isto deixam de atender os pacientes da melhor forma possível. O EAD no Brasil é uma opção favorável pra quem não tem condições financeiras de arcar com os altos preços de uma faculdade presencial. Até hoje não entendo a diferença absurdo de preço das faculdades na área da saúde aqui no Brasil para o exterior. Se as faculdades presenciais fossem financeiramente acessíveis mas não são.

    FABIELLE MACHADO FIUZA RAMOS 07/01/2025
    0
  • Ponto positivo: O ensino EAD não têm aprendizado satisfatório nas disciplinas, e mesmo com prova presencial, o professor têm que abaixar muito o nível da prova para não reprovar todo mundo, muita enganação! Não vejo aprendizado dos alunos no EAD. Fora que muitas profissões é necessário que a pessoa conheça muito da parte prática para ter excelência, não só na área de saúde, mas engenharia também precisa de muita prática, deveria proibir até o Híbrido, ou no máximo 10%, só matéria como filosofia e afins.

    fabio fernandes 15/04/2024
    0
  • Ponto negativo: Reconheço que realmente necessitamos das aulas práticas, pessoas que não atuam na área realmente necessitam passar por elas. Por outro lado, nós que já sabemos, já tos a prática e estávamos a conquistar nosso diploma ficamos sem chão. O que será de nós? Teremos que voltar ao início novamente? Já não tenho idade nem tempo para isso, recomeçar. Analisem casos como o meu por favor, estão nos prejudicando com isso, exigem das faculdades acréscimos em aulas práticas para que possamos dar continuidad

    Perla Sousa Bonfim 18/12/2023
    0
  • Ponto positivo: EAD, me deu a oportunidade de ingressar na faculdade, já atuava na área e queria agregar valor ao meu trabalho conquistando meu diploma, a pessoas que realmente estudam para conquistar seus objetivos como eu, foram quase 2 anos de dedicação, noites perdidas estudando, choros e agora tive tudo arrancado de mim, meus projetos, meus sonhos quase realizados, vcs poderiam ao menos exigir que tivesse uma extensão prática para os cursos e não a descontinuidade como eu recebi. Destruiu meu sonho. ?

    Perla Sousa Bonfim 18/12/2023
    0
  • Ponto positivo: O comprometimento do estudante é que faz com que ele absorva os ensinamentos, e não a universidade que ele estudou. Tanto no EAD quanto no presencial, se não tiver comprometimento, não se aprende nada. Pois já conheci muitos profissionais da área da saúde que quando terminaram suas graduações se depararam com uma nova faculdade. Essa chamada de realidade de rotinas diárias de um profissional que muitas vezes sem ter um diploma, tem muito mais conhecimento que um diplomado que estudou confinado.

    Claudio Romero Pereira 04/12/2023
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo para as universidades EAD, pois as aulas são bem completas, professores excelentes, já estudei na presencial e os professores sempre "fugiam" do assunto para falar de suas vidas, e ensinar que é bom não ensinavam, no EAD não tem isso, o assunto é explicado do começo ao fim sem interrupção, com muitos detalhes e ainda tem a opção de assistir várias vezes a mesma aula coisa que no presencial não tem, se o aluno não entendeu o assunto, já era, as práticas tem estágio presencial.

    Patrícia Antonovicz 24/11/2023
    3
  • Ponto positivo: o ead e a evolução do ensino. eu acho q os curso do direito i da saúde deveria se liberado em formado ead, mas tb deveria ter uma fiscalização de perto do mec as instituições q oferece ead. eu fiz ciências contábeis em formado ead, eu apreendi muito, mas pq eu min interessei em procurar o conhecimento. quando eu passei na prova do exame de suficiência do crc com uma nota bem alta. i vi colegas meus q fazia contábeis em universidade publica ficar reprovado do exame de suficiência do crc.

    Edivaldo Albuquerque Machado 24/10/2023
    1
  • Ponto positivo: Práticas tem que ser presencial, mas o restante das disciplinas que não tem práticas podem ser EAD.

    JOAO TOMAZ DE ARRUDA NETO 17/02/2023
    4
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.