Enquete do PL 5414/2016

Resultado

Resultado parcial desde 10/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.047 56%
Concordo na maior parte 31 2%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 35 2%
Discordo totalmente 751 40%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 10/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 46 82
Discordo 10 18

O que foi dito

Pontos mais populares

Após quase 2 anos de pandemia e TODOS OS CURSOS precisaram se adaptar ao EAD com sucesso, temos que analisar que o ensino híbrido EAD da saúde autorizados pelo MEC tem em sua grade aulas de laboratório e estágio supervisionado, quando fiz tec de enfermagem há 20 anos presencial, só fui aprender a parte prática no estágio supervisionado. Sou contra esse PL coibir ensino da saúde em EAD ainda mais nesta pandemia onde já morreram muitos profissionais da saúde.

May Stoski 05/10/2021
57

formação ead em disciplinas (áreas de saude que tenham contato direto com pacientes) que exigem atenção ao paciente podem gerar profissionais inaptos ao atendimento presencial.

Isis Casemiro da Costa 11/12/2019
27

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 122 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou profissional da saúde e profissional de educação. A qualidade do ensino superior EAD é questionável. Estamos falando da área da saúde especificamente. Milhares de profissionais formados sem qualificação adequada. A EAD engana o cidadão que quer realizar uma faculdade pensando em empregabilidade pois não entrega qualificação responsável, inflaciona o mercado com diplomas e descredebidiliza as profissões da saúde. É ruim para todos. Isso gera um fluxo de formação ruim, salários defasados.

    JOSETE DE JESUS CUNHA 30/06/2026
    0
  • Ponto positivo: É um absurdo isso. Até Medicina deveria ser pelo menos metade EAD.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 19/06/2026
    0
  • Ponto negativo: EAD é o futuro. Quem é contra a EAD só quer uma coisa: reserva de mercado.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 19/06/2026
    0
  • Ponto negativo: Proibir algo sem olhar para a real vivência das pessoas deste país e ainda. Acredito que se o sistema funcionar de forma integra profissionais ruins formados tanto no presencial , hibrido ou ead sairão da área ou mesmo nem entrarão na mesma.

    WELLITOM VIEIRA LOPES 25/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Acesso a formação para aquelas pessoas que não conseguem pagar por um curso ou também para as pessoas que não podem parar de trabalhar para estudar pois necessitam manter seu sustento! Acredito que indiferente da modalidade o que mais importa é o comprometimento e/ou sonho da pessoa que quer cursar e crescer como ser humano e profissional. Hoje mesmo reconhecemos que existe vários profissionais formados presencialmente mas somente almejando dinheiro e não qualidade e atenção a seus pacientes.

    WELLITOM VIEIRA LOPES 25/02/2025
    2
  • Ponto positivo: O EAD é uma vantagem e um avanço na Educação. Temos médicos de excelência formados no EAD fora do país e nem por isto deixam de atender os pacientes da melhor forma possível. O EAD no Brasil é uma opção favorável pra quem não tem condições financeiras de arcar com os altos preços de uma faculdade presencial. Até hoje não entendo a diferença absurdo de preço das faculdades na área da saúde aqui no Brasil para o exterior. Se as faculdades presenciais fossem financeiramente acessíveis mas não são.

    FABIELLE MACHADO FIUZA RAMOS 07/01/2025
    0
  • Ponto positivo: O ensino EAD não têm aprendizado satisfatório nas disciplinas, e mesmo com prova presencial, o professor têm que abaixar muito o nível da prova para não reprovar todo mundo, muita enganação! Não vejo aprendizado dos alunos no EAD. Fora que muitas profissões é necessário que a pessoa conheça muito da parte prática para ter excelência, não só na área de saúde, mas engenharia também precisa de muita prática, deveria proibir até o Híbrido, ou no máximo 10%, só matéria como filosofia e afins.

    fabio fernandes 15/04/2024
    1
  • Ponto negativo: Reconheço que realmente necessitamos das aulas práticas, pessoas que não atuam na área realmente necessitam passar por elas. Por outro lado, nós que já sabemos, já tos a prática e estávamos a conquistar nosso diploma ficamos sem chão. O que será de nós? Teremos que voltar ao início novamente? Já não tenho idade nem tempo para isso, recomeçar. Analisem casos como o meu por favor, estão nos prejudicando com isso, exigem das faculdades acréscimos em aulas práticas para que possamos dar continuidad

    Perla Sousa Bonfim 18/12/2023
    0
  • Ponto positivo: EAD, me deu a oportunidade de ingressar na faculdade, já atuava na área e queria agregar valor ao meu trabalho conquistando meu diploma, a pessoas que realmente estudam para conquistar seus objetivos como eu, foram quase 2 anos de dedicação, noites perdidas estudando, choros e agora tive tudo arrancado de mim, meus projetos, meus sonhos quase realizados, vcs poderiam ao menos exigir que tivesse uma extensão prática para os cursos e não a descontinuidade como eu recebi. Destruiu meu sonho. ?

    Perla Sousa Bonfim 18/12/2023
    0
  • Ponto positivo: O comprometimento do estudante é que faz com que ele absorva os ensinamentos, e não a universidade que ele estudou. Tanto no EAD quanto no presencial, se não tiver comprometimento, não se aprende nada. Pois já conheci muitos profissionais da área da saúde que quando terminaram suas graduações se depararam com uma nova faculdade. Essa chamada de realidade de rotinas diárias de um profissional que muitas vezes sem ter um diploma, tem muito mais conhecimento que um diplomado que estudou confinado.

    Claudio Romero Pereira 04/12/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.