Enquete do PL 5336/2016

Resultado

Resultado parcial desde 02/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 22%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 11%
Discordo totalmente 6 67%

O que foi dito

Pontos mais populares

O criacionismo cientifico é embasado por argumentos científicos sobre a origem da vida, desde a molécula inanimada à células complexas que é uma forma de vida. Aos átomos microscópios e submundo atômico. A inteligencia por toda parte, para acreditarmos em um Desing Inteligente.

Tiago Gomes 27/06/2021
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Não existe uma "teoria da criação" à luz da ciência.

Ivano Casagrande Jr. 17/07/2019
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  • Ponto negativo: Um check-list básico do porque não é científico: Comportamento científico dos pesquisadores? Em geral, os proponentes do Design Inteligente não seguem as normas de bom comportamento científico. Eles frequentemente não constroem sobre o conhecimento científico existente, interpretam mal a teoria evolutiva e a natureza da ciência e não submetem suas ideias a testes significativos para avaliar se são suportadas por evidências.

    Mariana Goldoni de Souza 08/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Um check-list básico do porque não é científico: Conduz a pesquisas contínuas? Até agora, não há casos documentados de pesquisas sobre Design Inteligente contribuindo para novas descobertas científicas. Proponentes geralmente repetem ideias e focam em criticar explicações evolutivas, o que ironicamente tem levado a mais pesquisas sobre evolução, como no caso dos flagelos bacterianos.

    Mariana Goldoni de Souza 08/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Um check-list básico do porque não é científico: Envolvimento da comunidade científica? Proponentes do Design Inteligente raramente publicam em revistas científicas estabelecidas e resistem a modificar suas ideias em resposta às críticas da comunidade científica. Eles se organizam mais para promover a ideia do que para conduzir atividades científicas.

    Mariana Goldoni de Souza 08/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Um check-list básico do porque não é científico: Dependência de evidências? Como o mecanismo central do Design Inteligente é inverificável, faltam evidências relevantes. Algumas alegações testáveis feitas por proponentes visam descredibilizar a evolução, mas essas alegações foram refutadas por evidências.

    Mariana Goldoni de Souza 08/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Um check-list básico do porque não é científico: Objetivo de explicar o mundo natural? O Design Inteligente alega explicar o mundo natural, mas não oferece detalhes sobre como o designer construiu certos elementos, como o flagelo bacteriano, ou quem seria esse designer. Uso de ideias testáveis? Ideias científicas geram expectativas específicas que podem ser testadas. O Design Inteligente, por não especificar o que ou como o Designer opera, é inverificável e, portanto, não testável.

    Mariana Goldoni de Souza 08/06/2024
    0
  • Ponto negativo: A proposta do deputado quer usar o aparato do Estado, financiado com dinheiro de impostos públicos, para impor obrigações aos cidadãos que não pertencem aquela religião, utilizando a máquina pública para obrigar as pessoas a seguirem o que ele está impondo.

    David 26/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Não existe "teoria da criação". Criacionismo é religião, não uma teoria científica.

    CHALEIRA CÓSMICA 23/08/2022
    1
  • Ponto positivo: O criacionismo cientifico é embasado por argumentos científicos sobre a origem da vida, desde a molécula inanimada à células complexas que é uma forma de vida. Aos átomos microscópios e submundo atômico. A inteligencia por toda parte, para acreditarmos em um Desing Inteligente.

    Tiago Gomes 27/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Não existe uma "teoria da criação" à luz da ciência.

    Ivano Casagrande Jr. 17/07/2019
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei