Enquete do PL 5312/2016

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.289 98%
Concordo na maior parte 63 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 12 0%
Discordo totalmente 55 1%

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Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 8 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Proporcionará a execução do trabalho com qualidade, com preocupação na saúde do trabalhador devido a exposição a áreas e climas intempéries.

Tatiana ribeiro de andrade 28/02/2019
440

Não vejo nada de negativo só coisas positivas e melhoria na qualidade de vida desses importantes trabalhadores!!

Artur Alvim Cury 02/08/2019
186

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 414 encontrados.

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  • Ponto positivo: Mais qualidade no trabalho, menos absenteismo,servidor motivado,capacidade de trabalho bem aproveitada,menos doenças ocupacionais. O valor dos acs e ace reconhecido.

    DERLAINE PAULA SILVA 10/02/2026
    2
  • Ponto positivo: A redução da jornada dos ACS e ACE é pauta de saúde pública, não privilégio. Uma melhor qualidade de vida para o funcionário que faz a ponte entre população e serviços de saúde. Pedimos prioridade na CFT

    JESSICA CRISTINA RUSSO 04/02/2026
    2
  • Ponto negativo: Aprovação urgente, mas com garantia de manutenção do Vale-Refeição e benefícios mesmo com a jornada de 30h.

    FILIPPE ZACCARIA PIEMONTE RIBEIRO 29/01/2026
    3
  • Ponto positivo: A qualidade do serviço não cai. proporciona melhor descanso para o Agente, diminui drasticamente o absenteísmo, entre outras vantagens.

    BRUNO PEREIRA DE OLIVO 22/01/2026
    3
  • Ponto positivo: Os ACS SAO OS OLHOS DO BRASIL ! Estão em contato direto com a população , indo em lugares insalubres, difícil acesso , correndo risco de vida por entrarem em lugares dominados pelo tráfico , ou com doenças graves ,transmissíveis etc Além de estarem sempre dando toda atenção, acolhimento necessários, tanto físico como psicológico. ! São muitas pessoas vulneráveis, usuários de drogas , pessoas com necessidades básicas de saúde etc que o ACS descobre com as visitas nos lares brasileiros!

    ALESSANDRA HELENA SILVA ABRAHAO 22/01/2026
    3
  • Ponto positivo: Vai ser melhor pós o calo e muito e vamos te mas tempo para descansar

    JOCEMARI LEFUNDES SANTOS ROCHA 21/01/2026
    6
  • Ponto positivo: Positivo sim.. A tarde muita exposição ao sol menos resultados,sem falar que muitas cidades nao repassam protetor solar,uniformes apropriados.Nao repassam IPIs... Os agentes compram do seu bolso.. A fiscalização fica a desejar...

    SONIA DA CRUZ GONCALVES DE QUEIROZ 21/01/2026
    4
  • Ponto positivo: Irá valorizar a nossa categoria que enfrentar sol, Chuva, cachorros que nos atacam,sem falar das pessoas que nos maltratam

    EDSON JOSE SOUZA 20/01/2026
    7
  • Ponto positivo: Quem trabalha sob sol extremo precisa de proteção, não de sobrecarga. Proteger o ACS e ACE do sol é fortalecer a saúde pública.

    GERALDO GIFONE JUNIOR 12/01/2026
    8
  • Ponto positivo: Promoveria qualidade de vida do acs, reduzindo as horas de exposição ao sol, intempéries é demais outras situações de perigo. Promoveria tempo de qualidade com a família, pois não estaria estafado de andar no calor o tempo inteiro.

    MONIQUE MEDEIROS PEREIRA ANDO 16/12/2025
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.