Enquete do PL 4508/2016

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 12 3%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 380 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Até quando o congresso vai permitir a destruição de nosso ecossistema, em nome da ganância de meia duzia. Vocês foram eleitos para acabar com o país? É isso? Estamos de olho!

Moema Seffrin Custodio 15/03/2021
8

Estas áreas são fundamentais para a produção de água e pelo q sei não tá faltando GADO no mercado. Mas ÁGUA FALTA TODO ANO, e cada vez em mais lugares.

Lazlo Natural 17/03/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto negativo: Completamente Inconstitucional Além de afrontar o Código Florestal E de ser totalmente ilegal , “ entendam de um vez por todas “ reserva legal “ não é para plantar “ capim , eucalipto , pinus , mandioca etc “ é área de vegetação nativa , pode ir lá pegar uma arvrinha para fazer cabo de enxada , pode plantar frutas nativas , pode até pensar em um Manejinho , mas não se pode e nem se deve nunca ?? jamais desmatar ,pois é “ Propter Rem “ ou seja , vai ser transmitida mesmo com a venda a responsa.

    Dirceu 27/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Se o manejo for bem feito, todos ganham, pois fogo em pasto seco destrói tudo em minutos, o pisoteio do gado em apenas 2 etapas por ano causa baixo impacto ambiental em relação aos incêndios que na maioria das vezes é causada pelo próprio homem.

    Sidney Elias 03/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Áreas como o pantanal se forem mantidas sem o pastejo bovino, adquirem excesso de massa seca, em caso de fogo acidental se transforma em incêndio florestal sem nenhuma chance de controle. A própria EMBRAPA considera o bovino o grande bombeiro do pantanal, pois exatamente impede esse acúmulo excessivo de material de fácil combustão !

    Gilson Barros 13/12/2021
    3
  • Ponto positivo: Só vejo gente reclamando,mais aposto que boa parte adora uma carninha, quanta hipocrisia. Devem acha que a carne que muitos comem, é só fazer um download e aparece em casa.. O alimento que comem.... Não é feito em impressão 3D Meu Deus quanta iguinorancia. Esses mesmos, não abre mão de anda de carro, que polui o meio ambiente. Não abre mão de usa roupas, sapatos eletrónicos novos e moderno em tempo em tempo. Eses item que que são descartados, são muito mais prejudicial a natureza,(Hipócritas)

    STAKA ZERO 05/11/2021
    1
  • Ponto negativo: Já existem tão poucas reservas naturais, pra q destruir as q existem, transformar em local de comércio, descaracterizando a região, colocando em risco a fauna e flora natural. Eu acho q o governo deveria se preocupar em incentivar os produtores rurais a praticar rodízio de pastagens e cultivos, se preocupar com a conservação da área de cultivo q já tem disponível. Essa medida só estimula a agricultura extensionista q não se preocupa com o solo e só pensa em lucrar e depois ir embora

    Jaqueline Tavares Magalhães 13/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Absurdo dizer que fenômenos de queimada ocorrem por fatores naturais. Até quando vamos aceitar justificativas descabidas e retrógradas deste DESgoverno, que possui um único objetivo: "passar a boiada"? Nada preservam, nem fauna, nem flora, destroem TUDO que encontram pelo caminho. Uma tristeza sem tamanho ver o Brasil nesta situação!

    Marília Pivello 30/03/2021
    4
  • Ponto negativo: Destruição da biodiversidade em nome de baixa lucratividade para o país

    Felipe Gustavo Melo 29/03/2021
    2
  • Ponto negativo: Reserva o nome já diz ! Pura ganância e interesses pessoais em detrimento ao coletivo ... Desaprovem JÁ

    Leo Gatti 23/03/2021
    4
  • Ponto negativo: Nenhum ponto positivo. Puro interesse financeiro dos grandes proprietários de latifúndios neste país feudal e seus políticos. Retrocesso. A demarcação das terras indígenas deveria ter sido realizada em até 5 anos após a CF de 1988. Pelo jeito vai levar 100 anos.

    gilda108 21/03/2021
    6
  • Ponto negativo: Estas áreas são fundamentais para a produção de água e pelo q sei não tá faltando GADO no mercado. Mas ÁGUA FALTA TODO ANO, e cada vez em mais lugares.

    Lazlo Natural 17/03/2021
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei