Enquete da PEC 187/2016

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 5%
Concordo na maior parte 6 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 2%
Discordo totalmente 339 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há pontos positivos em explorar o território indígena seria um suicídio mundial

Daphine Klivia Klivia 21/08/2019
60

Ameaça a existência dos povos originários. Fere a dignidade da nação.

Noris Botelho 21/08/2019
38

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 64 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: A PEC 187/16 parte de pressupostos preconceituosos e equivocados segundo os quais os povos indígenas não estariam autorizados a praticar atividades econômicas, exercer os atos necessários à administração de seus bens e comercializar as suas produções, o que já é garantido pela Constituição brasileira de forma ampla e, na prática, limita esses direitos apenas às atividades agropecuárias e florestais.

    Cleber Cesar Buzatto 09/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Alguma liderança indígena foi consultada? A oitiva das comunidade nesse caso não é preliminar à proposição de PEC?

    Paulo Henrique Pinheiro 31/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Sou a favor da paz indígena e contra mais fazenda de gado ou outro.

    Ivanete Machado Dos Santos Ferreira 30/08/2019
    1
  • Ponto negativo: Os nativos sao os donos das terras! Nos somos os estrangeiros. Respeitem a lei maxima do Brasil.

    Do Nasn 28/08/2019
    1
  • Ponto negativo: Indígenas são livres.

    Claudia Barberis Moreno 23/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Povos indígenas sempre tiveram direito de plantar e colher em seu território. A PEC cria brecha para exploração de recursos naturais por não-indígenas. Lideranças indígenas estão se manifestando contra, o que diz que não foram consultados e a PEC não cuida dos interesses deles.

    Arthur Corrêa 23/08/2019
    0
  • Ponto positivo: Isso pode permitir melhor fiscalização e assim quem mora no local poderá proteger naturaza/terra permitindo que tenham desenvolvimento sustentável.

    Luiz Carlos Floriano 23/08/2019
    2
  • Ponto negativo: Coloca em risco a vida dos animais que são extremamente importantes por ecossistema, além de coloca risco a vida dos povos tradicionais indígenas e até mesmo a vida urbana, pois pode causar um desequilíbrio das chuvas, tendo consequência como seca ou enchentes...

    Antonia Beatriz 22/08/2019
    3
  • Ponto negativo: Explorar terras indígenas vai acabar com as áreas de terras mais conservadas do país . Inadimissível ao equilíbrio Planetário.

    Luiz Guilherme Todeschi 22/08/2019
    1
  • Ponto negativo: A terra pertence aos indios. querem implantar esse absurdo pensando que assim vai ter mais dinheiro.

    Brenda Ataide 22/08/2019
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei