Enquete do PL 4403/2016

Resultado

Resultado parcial desde 05/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.211 97%
Concordo na maior parte 29 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 11 1%

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Opção Participações Percentual
Concordo 3 100
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O que foi dito

Pontos mais populares

valorizar o trabalho e a atuação dos administradores de carreira do poder executivo.

FRANCISCO ROBERTO LOBO DOS SANTOS 06/01/2022
65

Infelizmente o CFA e os CRA''s são falhos na cobrança profissional aos órgãos públicos

Patrick 26/02/2024
42

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 36 encontrados.

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  • Ponto positivo: Além de valorizar a expertise dos Administradores que dedicam sua vida à melhoria da gestão estatal tornará, a médio prazo, a carreira atrativa, pois será necessária uma recomposição salarial, visto que as carreiras típicas possuem um patamar remuneratório diferenciado. O presente Projeto, ao ser aprovado e convertido em lei, auxiliará sobremaneira na retenção de talentos para a Administração Pública.

    MICHAEL ROBSON DOS SANTOS 29/09/2025
    0
  • Ponto positivo: A aprovação deste Projeto de lei irá contribuir para a profissionalização da gestão no serviço público federal, estadual e municipal propiciando uma gestão eficiente eficaz no serviço público.

    Carlos Antonio Reis 24/07/2024
    4
  • Ponto positivo: Passou da hora de esse projeto virar lei. São várias as atividades de Estado que executamos, como licitar, por exemplo. A complexidade dessas atividades são enormes e precisamos de independência para trabalharmos sem qualquer tipo de influência política.

    Christiano 08/07/2024
    6
  • Ponto negativo: O Deputado Relator da CTASP rejeitou o projeto sob a alegação de que a profissão do Administrador não é exclusiva do Estado, sendo abrangente em empresas privadas, porém se esqueceu de que Advogados tabém atuam no ambiente privado, mas, no setor público as atividades do Advogado da União e o Defensor são considerados atividades típicas de Estado. Por que as atividades de gestão pública exercidas pelo Administrador não podem ser consideradas típicas de Estado?

    RONALDO SILVA DOS SANTOS 08/07/2024
    8
  • Ponto positivo: A proposta que classifica as atividades dos administradores públicos como carreiras típicas de Estado é um passo importante para valorizar e reconhecer a relevância desses profissionais na gestão pública. Ao exigir registro no Conselho Regional de Administração, garante-se a qualificação e a responsabilidade técnica necessárias para a eficiente gestão dos recursos públicos. Essa medida fortalece a estrutura administrativa do Estado, promovendo transparência e eficiência nas políticas públicas.

    Gentil Junior 24/06/2024
    7
  • Ponto negativo: É impressionante a morosidade para se chegar ao desfecho de um Projeto apresentado em 2016!!! Outras carreiras, há anos, foram reconhecidas (Engenharia, Estatística, Economia, etc...) e o Administrador continua relegado a segundo plano, sendo tão somente um pagador de anuidade ao CRA que esteja vinculado. Cadê a proatividade do CFA e dos CRAs? Por que será que a Relatora retirou o Projeto para elaborar novo Parecer? CFA/CRAs já foram verificar "in loco" o que está acontecendo? Muito triste...

    JOSIAS RODRIGUES ALVES 25/04/2024
    9
  • Ponto positivo: A aprovação deste projeto é de suma e vital importância porque a profissão, principalmente na esfera municipal está subvalorizada. As remunerações chegam a 50% em relação a outras profissões e muitos cargos que deveriam ser privativos de administradores são ocupados por outros profissionais. Além disso, a falta de fiscalização gera descontentamento da categoria e abandono da profissão por falta de oportunidade. Muitos buscam uma segunda graduação para poderem de fato atuarem como profissionais.

    Gelcione Oliveira 23/04/2024
    7
  • Ponto positivo: As consultorias especializadas em administração pública também devem estar abrangidas neste projeto com o devido registro do administrador responsável e/ou da própria empresa no CRA.

    Antonio Rogerio Pereira 19/03/2024
    8
  • Ponto positivo: Louvável a iniciativa. Administrar/gerir é para administradores, assim como outras profissões regulamentadas são exercidas exclusivamente pelos seus respectivos profissionais, formados e habilitados ao exercício de suas atividades.

    Luis Carlos 19/03/2024
    7
  • Ponto negativo: Espero que seja por competência e profissionalismo, não por concurso público.

    EDEGAR LUIZ ABATTI 06/03/2024
    2
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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.