Enquete do PL 3416/2015

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8.706 98%
Concordo na maior parte 147 2%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 41 0%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 546 99
Discordo 3 1

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito importante para ajudar na saúde mental e emocional, indicado para pessoas de todas as idades, classes sociais, e com as necessidades mais diversas…! Só tem a agregar!

Ariana Faucon 27/04/2022
138

Penso que a formação e registro do profissional da arteterapia precisa ser um dos pontos principais, para que possamos fortalecer nosso trabalho e evitar que pessoas com cursos rápidos e que não comprazem a artesania arteterapêutica no seu carater mais profundo. Precisamos combater pseudoformações!

Adriana Leite 02/05/2022
161

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 383 encontrados.

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  • Ponto positivo: A Arteterapia resgata o potencial criativo do homem, procurando a psique saudável e estimulando a autonomia e transformação interna para reestruturação do ser. Uma estruturação da ordenação lógica e temporal da linguagem verbal de indivíduos que preferem ou de outros que só conseguem expressões simbólicas. A arteterapia melhora concentração, relaxamento, diversão, auto estima valoriza e desenvolve a criatividade. Um bom profissional com uma formação adequada pode conseguir ótimos resultados.

    Valéria 24/06/2024
    1
  • Ponto positivo: Ajuda a desenvolver e desmembrar a mete, mostrando novas possibilidades.

    MARILISE APARECIDA TRINDADE DOS SANTOS 24/06/2024
    0
  • Ponto positivo: A Arteterapia é fundamental para o enfrentamento de males da sociedade contemporânea, como a depressão e ansiedade, além de incentivar o desenvolvimento da criatividade, autoestima e autoconhecimento, bem-estar psíquico entre outros pontos. A regulamentação garante seriedade e comprometimento com a formação profissional e escolha de profissionais capacitados, formados por cursos reconhecidos e que tenham base sólida e ética.

    Andrea Martins 24/06/2024
    9
  • Ponto positivo: Diversão

    SOLANGE NOGUEIRA BLANCO 23/06/2024
    2
  • Ponto positivo: Trabalha a mente, coordenação motora, sociabilidade etc…

    SOLANGE NOGUEIRA BLANCO 23/06/2024
    5
  • Ponto positivo: Essencial para psique humana.

    THAYSA KUSTER MARCONDES 18/06/2024
    14
  • Ponto positivo: Profissão importante para os males contemporâneos. Muitas ferramentas e disciplina no auxílio das doenças da atualidade nas demais.

    Rubiane Teixeira 14/10/2023
    28
  • Ponto positivo: A arte é saudável em todos aspectos e possibilita um avanço espiritual, melhora concentração, relaxamento, diversão, auto estima valoriza e desenvolve a criatividade,um curso regulamentado,garante a segurança e bem estar,de toda empresa

    Paulo Cunha 09/03/2023
    36
  • Ponto positivo: Os recursos da linguagem artística são essenciais para a saúde de psique humana.

    Helena Urben 05/12/2022
    33
  • Ponto positivo: As pessoas que exercem a profissão são sérias e comprometidas com o bem estar das pessoas. A Arteterapia é uma formação em nível de pós graduação e é um método comprovadamente eficaz. É importante sua regulamentação, justamente, para que a profissão receba atenção necessária e para que haja formação adequada.

    Elaine de OLiveira Paula 16/10/2022
    35

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei