Enquete do PL 3347/2015

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1 1%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 3%
Discordo totalmente 62 94%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 45 0
Discordo 31.371 100

O que foi dito

Pontos mais populares

O único ponto positivo é para as grandes empresas. Com esta lei, elas tentarão derrubar a Amazon, manter sua hegemonia e destruir mais da metade do mercado nacional no processo.

Aretha VGuedes 29/12/2018
1

Destruição de um novo setor inovador. Dizimar dezenas de novas empresas no fluxo de produção, distribuição e comercialização do formato digital. Desrespeitar a indústria global de ebook. E muitos outros

Marcelo Gioia 04/12/2018
20

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Tirar o lucro das editoras sobre seus livros digitais fará com que elas parem de fazê-los, visto que a produção de digitais tem gastos específicos. Esse projeto facilita a pirataria e desvaloriza o trabalho de profissionais especializados em produção editorial digital.

    Gi Lobato 04/01/2019
    0
  • Ponto negativo: Isso iria afetar diretamente todo o ramo literário. Autores independentes ficariam inviabilizados de vender seus livros, prejudicando ainda mais os nacionais em detrimentos das grandes editoras e internacionais.

    Aretha VGuedes 29/12/2018
    1
  • Ponto positivo: O único ponto positivo é para as grandes empresas. Com esta lei, elas tentarão derrubar a Amazon, manter sua hegemonia e destruir mais da metade do mercado nacional no processo.

    Aretha VGuedes 29/12/2018
    1
  • Ponto negativo: Desvalorização do mercado editorial;

    Lucielmo Gomes 15/12/2018
    2
  • Ponto negativo: Editoras de menor porte não tem como criar um sistema de distribuição online sem risco de pirataria, com programação, login ou senhas customizadas. Custos altíssimos que inviabilizam a produção do livro digital. Editoras vão parar de publicar digital.

    Marina Avila 10/12/2018
    8
  • Ponto negativo: o processo de produzir ebook tbm gera custos, e profissionais especializados. Se for gratuita, esse custo irá migrar para o livro físico que ficara mais caro para todos. Seria venda casada. Irá obrigar ao consumidor a comprar algo que ele não necessariamente quer?

    Daniela Ljubtschenko 07/12/2018
    10
  • Ponto negativo: Esse deputado não conhece produção de livro digital nem mercado de livro. Uma coisa é disponibilizar PDF outra bem diferente é e-book. Parem de se meter no mercado e cuidem de Educação, Saúde e Segurança.

    Bruna Perrella Brito 06/12/2018
    8
  • Ponto negativo: - Violação da lei de direitos autorais (LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998); - Facilita ações de pirataria e plágio nos meios digitais; - Desvalorização do mercado editorial; - A não compreensão da diferença dos registros ISBN da versão física e digital.

    Mariana Pacheco 05/12/2018
    16
  • Ponto negativo: Destruição de um novo setor inovador. Dizimar dezenas de novas empresas no fluxo de produção, distribuição e comercialização do formato digital. Desrespeitar a indústria global de ebook. E muitos outros

    Marcelo Gioia 04/12/2018
    20

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.