Enquete do PL 3261/2015

Resultado

Resultado final desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.943 61%
Concordo na maior parte 118 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 32 1%
Discordo totalmente 1.744 36%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 03/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 2.664 99
Discordo 38 1

O que foi dito

Pontos mais populares

Somos favoráveis ao Ensino Domiciliar para quem quer e pode e Escolas de qualidade para quem quer e precisa.Uma coisa não exclui a outra, são apenas modalidades de ensino diferentes. Desejo que possamos ter essa liberdade educacional no nosso país e segurança jurídica para os pais que fazem um belíssimo trabalho na educação doméstica dos filhos.

Amanda Spm 26/04/2021
300

Lugar de criança é socializando na escola.

Fanny Oreng 09/04/2021
51

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 576 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os pais têm o direito DE ESCOLHA. Escolher homeschooling não quer dizer acabar com a escola. Sabemos que para a maioria dos pais a escola é sim necessária, mas para aqueles que desejam é preciso dar o direito da escolha. Votem SIM para o Homeschooling!

    Jenniffer Chang 17/05/2022
    0
  • Ponto positivo: É um direito, desafogaria o sistema para pais que não podem e ainda otimizaria o ensino para os optantes ao ensino nas escolas.

    Mel 16/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Para as famílias cujos pais podem ser mais presentes, o suporte educacional personalizado aos filhos é excelente. Eles devem ter a LIBERDADE de escolher. O Estado pode aferir o desempenho SUPERIOR dos filhos que recebem Ensino Domiciliar em simples conversas com as famílias. Não é um movimento contra a escola. O Estado deve fazer mais para melhorar as escolas, mas isso não deve impedir que as famílias que podem eduquem seus filhos em casa. O Ensino Domiciliar PRECISA ser aprovado no Brasil!

    Bella Carolina 16/05/2022
    0
  • Ponto positivo: vivemos no pais democrático aceita se quiser . Aqui em |paulista .pe as aulas para crianças ate com deficiência de atenção estao sendo prejudicada por não aula nas escolas municipais

    Durval Rodrigues 10/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Ensino domiciliar é mais uma opção para os pais. Quem quiser continuar com seus filhos na escola, tudo bem, mas não se deve tirar o direito de quem quer ensinar em casa . A pandemia não mostra que essa modalidade de ensino deu errado mas que é necessário e precisa de diretrizes para o seu melhor funcionamento.

    Maria Dolores Matos das Neves 06/01/2022
    3
  • Ponto positivo: Pessoas que sempre estudaram em colegios bons pensam que na educação básica ensinam ideologias. Essas coisa vem de casa. Educação escolar e uma e familiar é outra. Se com a escola não conseguimos debater assuntos como esses imagine num ensino domicilar. Esses deputados querem é fazer a gente ficar preso no sistema.. os filhos deles ficaram com os melhores professores enquanto que a classe baixa mal tem uma boa casa, comida, saúde e lazer. Nos poupem.. nunca fizeram nada pela sociedade..

    Edinaldo D'Jesus 04/01/2022
    0
  • Ponto negativo: Com a pandemia constatamos que o ensino domiciliar não deu certo e só serviu para levar professores, alunos e família ao estresse e ansiedade.

    Elaine Costa 04/01/2022
    0
  • Ponto negativo: Projeto de Lei incompatível com a realidade nacional do ensino na Educação Básica brasileira.

    Glauber Savio 04/01/2022
    0
  • Ponto positivo: As crianças pertencem à família. Educação não deve ser monopolizada pelo Estado ou instituições privadas de ensino. Existem famílias que podem sim garantir educação de qualidade por conta própria e isso não prejudica aqueles que optam por uma escola pública ou privada.

    Angelo Cardoso 04/01/2022
    0
  • Ponto positivo: só um objetivo do governo, tirar a sua obrigatoriedade do ensino, para reduzir gastos, pois o ensino é visto como gastos públicos.??

    Luciana Ferreira de Freitas 04/01/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei