Enquete do PL 2694/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 198 12%
Concordo na maior parte 15 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 18 1%
Discordo totalmente 1.496 86%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 0 0
Discordo 1 100

O que foi dito

Pontos mais populares

Aumento significativa da eficiência deixando o estado mais livre para cuidar das atividades esseciais tais como segurança, saude e educação.

LUIS sena 27/05/2022
8

A rotatividade dos funcionários terceirizados, facilita a corrupção. A constituição proíbe qualquer outro tipo de terceirizado fazendo papel do estado. Esse projeto é um cabide de empregos para políticos que querem se manter no poder. Por trás dessa proposta existe o verdadeiro jogo de interesses. Pois as empresas terceirizadas fazem doações volumosas para as campanhas desses políticos e depois as mesmas empresas vão contratar pessoas indicadas pelos políticos que votarem a favor.VERGONHA

Mara Renata dos Santos 10/06/2022
192

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 106 encontrados.

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  • Ponto negativo: A catástrofe do sistema prisional não será resolvida com serviço terceirizado, com troca de profissionais constantemente. A falta de servidores, especialmente da área de atendimento, é uma realidade devido a falta de investimento em concurso público. Em MG há anos que os servidores da área de saúde e psicossocial fazem o melhor trabalho possível sem ter uma equipe completa em cada presídio. Uma das mudanças que deveriam ocorrer é justamente aumentar o número de efetivos.

    LIDIANE DE PAULA NUNES 16/07/2025
    0
  • Ponto positivo: Não há pontos positivos para um serviço terceirizado, em que há troca de profissionais é constante, que não há valorização do profissional e não há um real investimento na ressocialização social.

    LIDIANE DE PAULA NUNES 16/07/2025
    0
  • Ponto negativo: A terceirização de um serviço tão importante como da segurança segurança pública, no que se refere execução penal, é inaceitável, ocorrerá conserteza uma ineficiência ao combate ao crime organizado, qual é o empenho que um terceirizado fará diante do crime, nenhum, pois os próprios temporários sabem que não terão respaldo algum pra atua com firmeza, a corrupção será imensurável se a segurança dos presidios for feita atras terceirização . Os EUA q diga, acabou com isso lá.Segurança é o estado.

    ANTONIO CARLOS LOPES DA COSTA 15/07/2025
    3
  • Ponto negativo: A privatização dos presídios fere a Constituição, que atribui ao Estado a responsabilidade pela execução penal. Permitir lucro com a prisão compromete direitos dos detentos e incentiva o encarceramento em massa. A alternativa mais adequada é fortalecer o sistema público com a contratação de mais policiais e agentes penitenciários, garantindo controle estatal e respeito aos direitos humanos

    ELAINE MIRANDA DA SILVA 15/07/2025
    6
  • Ponto negativo: Não há o que se falar em ponto positivo em terceirizar uma função tão séria como no essa. Com tantos aprovados no último concurso da PP-DF e com curso de formação feito aguardando nomeação para sim prestar um serviço de qualidade, um serviço que a sociedade espera ainda tem pessoas que acham que podem deixar tal responsabilidade nas mãos de pessoas que nem se quer estão preparadas para prestar tal serviço. É realmente dar sorte para o azar. O sistema penitenciário nunca foi levado a sério.

    VANESSA APARECIDA FERREIRA DA SILVA 15/07/2025
    4
  • Ponto negativo: Não há pontos positivos quando as facções criminosas com alto poder aquisitivo, capazes de influenciar até processos políticos e campanhas eleitorais, podem influenciar, e vão fazer isso, a gestão do sist. prisional. Terceirizar a função exclusiva do Estado, segurança pública (sistema prisional lida com criminosos, lida com a execução da pena, lida com segurança pública na sua essência mais básica), é um retrocesso sem precedentes e um caminho que vai fortalecer ainda mais as fações e OrCrims.

    ROGER KONNAN GOMES JARDIM 15/07/2025
    8
  • Ponto negativo: O Estado estaria terceirizando função típica de Estado, o que é inconstitucional em várias interpretações. Uma “porta aberta para privatização branca do sistema prisional”. Isso pode reforçar o poder de facções e organizações criminosas dentro dos presídios, com fachada legal.

    MARTA MARIA PAULINO CAVALCANTE 15/07/2025
    14
  • Ponto negativo: Retira algumas atribuições da polícia e abre brechas para as funções serem exercidas por pessoas despreparadas e contratadas (deixando grandes chances de aumento da corrupção) .

    Andre Anibal Almeida Prado 26/05/2023
    11
  • Ponto negativo: Além de tudo já mencionado, é mais um cabide de emprego no setor público. Descaradamente torna um direito fundamental, liberdade, em mercadoria.

    isis ferraz 15/04/2023
    10
  • Ponto positivo: Menos corrupção dos governadores

    paulo avelino cardim da silva 18/10/2022
    0
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.