Enquete do PL 2148/2015

Resultado

Resultado final desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 16%
Concordo na maior parte 9 7%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 5 4%
Discordo totalmente 96 72%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estamos vendo países como Itália,Alemanha, sofrendo desabastecimento alimentar por conta de lei semelhante. Nosso Brasil e bem preservado,nossa agricultura,nossa pecuária são exemplos de preservação para o mundo... Está PL 2148/2015 e uma afronta a soberania produtiva do nosso país.

Radameres Oliveira 16/09/2022
18

Só está ajudando a AGENDA GLOBALISTA a avançar.

Erika Souza 31/08/2022
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: "Aliel Machado atendeu a pedidos da Frente Parlamentar Agropecuária para excluir da regulamentação setores do agronegócio, como a produção de insumos ou matérias-primas agropecuárias (fertilizantes, por exemplo)". Como sempre, o lobby do agro prejudicando o país inteiro para favorecer interesses apenas daquele grupo. E ainda sim, não pensam no longo prazo. Afinal o agronegócio deveria ser o primeiro setor a se preocupar com a sustentabilidade, mas não se preocupam por ignorância.

    AMANDA FARIA OLIVEIRA 04/07/2024
    0
  • Ponto negativo: O original PL-2148 de 2015, do Dep. Jaime Martins tinha 4 artigos e visava dar descontos de PIS/PASEP, Cofins e IPI para empresas que reduzissem a emissão de CO². Só isso! Já o PL profundamente emendado, aprovado pelos deps. federais em 21/12/2023, apresenta 62 artigos que não reduzem impostos, mas sim cria NOVOS impostos para todos os proprietários de veículos (ART. 60). Criar um mercado privado obrigando toda a população a pagar, sem discutir, é inadimissível.

    Ricardo Vidinich 27/12/2023
    4
  • Ponto negativo: Este projeto de lei atende sobre a farsa que levou ao Pacto Global, ao ESG e a Agenda 2030 da ONU. Este projeto tem que ser engavetado, retirado de tramitação. Tudo que está sendo discutido parte de uma premissa falsa, não há nenhuma comprovação de aquecimento da temperatura da terra e muito menos o CO2 ou DIÓXIDO DE CARBONO é prejudicial ao Meio Ambiente, o CO2 é um dos principais elementos para termos alimentos. Mercado regulado de Carbono NÃO.

    Marcia Rohr 24/04/2023
    6
  • Ponto positivo: ilmosra Dep Jaime Martins okay está pauta é sua atuação de conhecimento de que há uma equipe boa qualificado é necessário colocar ordem de que o sistema de camara de deputados funcione pelo melhor Pará o mundo todo cem excessão

    Elton Paim 23/04/2023
    0
  • Ponto negativo: quando as missões de gases efeitos estufa teve se a milhões de carros e fábrica montadoras que produzem veículos no mundo com sistema combustão ondem se deveria fábrica VLT veículos leves sobre trilhos menos poluentes para trasporte de passageiros com custo benefício menos manutenção

    Elton Paim 23/04/2023
    2
  • Ponto negativo: Algumas observações que põe em terra tudo isso: O mercado de carbono só existe por consequência da mentira que o gás carbônico (CO²) seria responsável pelo aquecimento global, desgaste da camada de ozônio, efeito estufa...... 1° que está provado que estes 2 itens sempre foram uma mentira. 2° que o CO² é o gás da vida, sem ele não existiria vida nenhuma na terra. 3° que o homem é responsável somente por 5% das emissões de gas carbônico, aumento ou diminuição do mesmo Portanto, NÃAAAAAAO

    Loivo Dachery 21/04/2023
    6
  • Ponto negativo: A PL vai de acordo com o ESG, que é um dos maiores engodos jamais visto na história, plano criado por entidades supranacionais e pela elite mundial. Temos que combater qualquer coisa que venha dessa atrocidade chamada ESG, que não tem qualquer relação com o povo brasileiro. PL aprovada, os produtores vão tentar se adaptar, o que diminuíra e muito a produção de alimento. Diminuindo a produção, os preços subirão. Quem é das camadas mais baixas vai sofrer tremendamente para conseguir se alimentar.

    Michael Moura 09/01/2023
    6
  • Ponto negativo: Projeto de criação de um mercado artificial, que implicará em reajustar toda a cadeia produção brasileira de bens, o que gerará um custo e um endividamento incalculáveis, derrubando o PIB e esmagando os pequenos produtores, que precisarão se rearranjar para se adequar a um projeto socialista de imposição estatal para agradar a sanha ambientalista neurótica da ONU.

    Lucas Assumpção de Oliveira 23/09/2022
    7
  • Ponto negativo: O mercado de carbono que será que será criado pelo PL irá destruir a rede de pequenos e médios agricultores, além de encarecer a produção dos agricultores maiores, gerando monopólios e inflação nos preços de alimentos, atingindo todas as camadas da população, em especial os mais pobres.

    Ramon 20/09/2022
    7
  • Ponto negativo: NÃO a PL da FOME!!! Esse PL não há MÍNIMA CORRELAÇÃO com a cadeia do agro e do abastecimento de alimentos, de modo que as consequências práticas da sua implementação poderiam comprometer seriamente os pequenos e médios produtores (70% do total). O que nós temos que levar em consideração é a capacidade de livre produção, nossa segurança alimentar, inclusive a nossa soberania, e esse PL vai contra tudo isso! Pesquisem sobre a: Carta Aberta aos Produtores Rurais do Brasil (contra esse PL).

    Caio de Sousa 17/09/2022
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.