Enquete do PL 1873/2015

Resultado

Resultado parcial desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

O ÚNICO ponto positivo desse projeto é que ele finalmente põe um ponto final sobre a dúvida acerca do artigo 19 da lei das contravenções penais. Hoje, o entendimento judiciário majoritário (porém não unânime) é de que qualquer arma branca é contravenção penal. Com esse projeto, somente LÂMINAS com mais de 10cm seriam punidas, o que eu considero um avanço. Porém, o ideal ainda é porte irrestrito de arma branca, uma vez que leis são apenas para os que as obedecem e os bandidos usam armas de fogo.

Thalles Castellani 24/01/2024
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Restringe o direito do cidadão de se auto defender, já que sabidamente as forças de segurança pública não conseguem proteger o cidadão, e também em caso de necessidade (cortar um cinto de segurança emperrado em um acidente, por exemplo) fica quase que totalmente impossibilitada uma prestação de socorro, dentre diversas outras sintuições onde uma lâmina se faz útil e necessária.

Luis Carlos Nunes Tavares 01/01/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: Tenho uma esposa obesa. Se um louco (não estou falando de assaltantes, falo de loucos e predadores sexuais, como vemos DIARIAMENTE na nação) decide a matar na rua escura e sem policiais, o que ela vai usar para se defender? Spray de pimenta (outro objeto que querem proibir) ajudaria o bastante...SE ELA PUDESSE CORRER. Ela não pode, teria de lutar com o agressor. Mas, sem arma branca, que vantagem ela teria? Nunca esquecerei do caso da moça morta no metrô de SP por um louco aleatório com marreta.

    Thalles Castellani 24/01/2024
    0
  • Ponto negativo: O número de pessoas mortas por falta de meios para se defender de loucos, predadores sexuais e bandidos vai ser superior ou inferior ao número de pessoas salvas pela restrição desses objetos? Como se faz esse cálculo? Criminosos seguem leis? A polícia tem a capacidade logística de confiscar todos os portes ilegais? Sejam racionais. O correto é o porte irrestrito de armas brancas, pelo menos lâminas com menos de 11cm, como o é em quase todos países de 1° mundo, muito restritivos quanto a armas.

    Thalles Castellani 24/01/2024
    0
  • Ponto negativo: Loucos, predadores sexuais e bandidos usam, diariamente, tanto armas de fogo quanto armas brancas para matarem cidadãos, mesmo que cooperantes com eles. Leis só servem para aqueles que querem as seguir, não para criminosos. Ao restringir o direito de defesa, matamos pessoas. "É só correr", dizem, mas e quem não pode correr, como obesos, idosos e pcds? "É só chamar a polícia", dizem, mas quantos casos de descaso, insuficiência e incompetência policial temos? Quantos morrerão por essa mentalidade?

    Thalles Castellani 24/01/2024
    0
  • Ponto positivo: O ÚNICO ponto positivo desse projeto é que ele finalmente põe um ponto final sobre a dúvida acerca do artigo 19 da lei das contravenções penais. Hoje, o entendimento judiciário majoritário (porém não unânime) é de que qualquer arma branca é contravenção penal. Com esse projeto, somente LÂMINAS com mais de 10cm seriam punidas, o que eu considero um avanço. Porém, o ideal ainda é porte irrestrito de arma branca, uma vez que leis são apenas para os que as obedecem e os bandidos usam armas de fogo.

    Thalles Castellani 24/01/2024
    0
  • Ponto negativo: É mais um projeto absurdo de controle da população, quem propõe um tipo de projeto desses é um covarde, mexer no bolso dos corruptos ninguém quer, mas para tirar a liberdade do cidadão de bem ficam inventando esses projetos idiotas. Vão fazer oque realmente importa e façam por merecer o salário quem recebem.

    wilson mendes ferreira 24/01/2023
    1
  • Ponto negativo: Meu avo andava com um canivete no bolso direto, nunca fez mal a ninguém pelo contrario ajudou e muito esse canivete em diversas situações como ferramenta Tudo na mão o ser humano pode ser utilizado como arma, desde uma pedra há um pedaço de pau, hoje carro mata mais que arma de fogo no Brasil, vamos então proibir a venda e circulação de veiculo auto motor ( CARRO, ONIBUS, CAMINHÃO, MOTO ) em todo território nacional Deputados criem projetos anti-corrupção, isso sim mata milhares de brasileiros

    Alexandre Victor 23/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Restringe o direito do cidadão de se auto defender, já que sabidamente as forças de segurança pública não conseguem proteger o cidadão, e também em caso de necessidade (cortar um cinto de segurança emperrado em um acidente, por exemplo) fica quase que totalmente impossibilitada uma prestação de socorro, dentre diversas outras sintuições onde uma lâmina se faz útil e necessária.

    Luis Carlos Nunes Tavares 01/01/2021
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.