Enquete do PL 1599/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 177 97%
Concordo na maior parte 6 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 1 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Com toda certeza é de extrema importãncia a aprovação desse projeto, pois quem tem uma pessoa com deficiência na família tem um aumento substãncial nos custos de vida, comparado com uma família onde não há deficientes. Por exemplo: remédios, transporte, alimentação específica, fraldas, são vários os acréscimos nos gastos. Por isso é de extrema importãncia a aprovação desse projeto para as famílias de pessoas com deficiência.

Emílio Soares 27/03/2022
16

Deve abranger todos os deficientes e não apenas os pais de deficientes. Todos os deficientes têm muitas despesas com saúde, próteses, remédios...

Mary Rosy Magalhães 19/10/2021
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Enquanto isso aceleram projeto de lei pra aumentar p número de deputados, e o Pl 1599 está há anos tramitando.

    TIAGO NOGUTI 05/05/2025
    0
  • Ponto positivo: Há 2 anos postei um comentário da importância dessa PL ser aprovada, porem nada acontece. Vai completar 10 anos e o projeto de lei não entra em vigor. Enquanto isso nossos filhos carecem de tratamento melhores que poderia acontecer proveniente dessa isenção.

    Rene Gomes de Lima 12/04/2024
    3
  • Ponto positivo: Um absurdo a demora deste projeto de lei, t?o importante para nós PCDS que temos um aumento significativo de gastos com tratamentos médicos quando envelhecemos Por favor ajudem

    Assinante 22/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Muito importante para os pais, pois muitos gastos com os filhos com deficiência não podem ser abatidos no Imposto de Renda. Cuidadores, por exemplo.

    Elizabete Lyra 14/03/2024
    3
  • Ponto negativo: A demora dos políticos, disserto não tem pessoas com deficiência na família, para não entenderem a urgência

    MARCIO LUIZ RAZZERA BRUM 08/03/2024
    2
  • Ponto negativo: Muita demora para apreciação da materia para um segmento da sociedade muito vunerável,que não aguenta esperar mais.

    RONNEY DA SILVA FECURY 07/11/2023
    4
  • Ponto positivo: Este projeto esta demorando muito Alguém poderia nos ajudar?É de extrema importáncia para nós

    Assinante 20/10/2023
    5
  • Ponto positivo: Sua iniciativa foi bastante salutar quando nos debáramos com falta de sustentação de políticas públicas, com isso as famílias garantem um folego para seguirem ajudando seus filhos a ter mais dignidade. Precisamos de uma votação urgente com aprovação da lei.

    Halysson Alves Macedo 30/08/2023
    2
  • Ponto negativo: Está demorando demais, nós pais de crianças com deficiência temos urgência. Estamos lutando todos os dias pelo avanço das nossas crianças e a saúde delas não espera.

    Kaline Martins 21/07/2023
    4
  • Ponto negativo: Um PL urgente e necessário, mas, infelizmente, aparenta mais uma "plataforma" para exaltação de seu propositor, pois a "maquina política" dificilmente legislará em favor real do cidadão.

    MOACIR BÁIA 30/06/2023
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.