Enquete do PL 1549/2003

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 497 93%
Concordo na maior parte 12 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 29 5%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 5.829 81
Discordo 1.381 19

O que foi dito

Pontos mais populares

Saúde para todos da sociedade e de baixo custo

ANGELA MARIA 04/12/2018
29

Deve ser para todos profissionais da área da saúde!!!

Regina Menegassi De Sales Savioli 05/12/2018
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 46 encontrados.

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  • Ponto positivo: Senhores, sou massoterapeuta formada em Medicina Tradicional Chinesa e sempre utilizei os pontos de acupuntura para tratar de meus pacientes, até que um me perguntou o motivo de eu não estudar acupuntura. Aí expliquei que infelizmente neste País, os médicos mandam e não podia fazer nada sobre o assunto. Hoje sou formada em acupuntura e atendo sim meus pacientes, os quais não tiveram reações, pelo contrário, saíram curados. Minha formação? PICS+massoterapia+acupuntura

    SANDRA REGINA BUSTAMANTE PEDRO 05/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Como disse o Deputado, o cliente é o maior interessado e ele deve definir o profissional a quem recorrer, o bom profissional se estabelece, e a profissão estabelecida permite a criação de um conselho que fiscaliza a profissão

    Henrique Martins 15/09/2019
    1
  • Ponto negativo: Todo profissional que estuda práticas alternativas, procuram (em sua maioria) estudos de especialização fora do Brasil (na China, índia, Japão, Tailândia) com profissionais não médicos. Como que eles aprendem com não médicos, e agora querem limitar a profissão aos médicos?

    Midiam Vieira Rodrigues 03/09/2019
    2
  • Ponto positivo: Quantas notícias de erros médicos são exibidas nos noticiários do país todos os dias. Até esse momento, não me lembro de nenhum acupunturista (não médico) ter ceifado a vida de ninguém.

    Alano Sena 30/08/2019
    3
  • Ponto positivo: emprega pessoas na crise e auxilia na cura de doenças psiquicas e físicas

    rosane vieira de castro 29/08/2019
    0
  • Ponto positivo: A proposta mantém o caráter multiprofissional. A regulação é necessária para garantir a qualidade dos atendimentos e proteger os profissionais. Estabelecer requisitos de formação é necessário para elevar a prática da acupuntura no Brasil.

    Ândrya Nayane Machado Vicente da Silva 23/08/2019
    2
  • Ponto positivo: Aumenta a oferta do serviço de acupuntura nas redes públicas diminuindo a saturação que temos na saúde do Brasil.

    Camila Jaques 23/08/2019
    0
  • Ponto negativo: O Profissional médico diagnostica a doença a ser tratada. Por isso só ele pode ser o que trata.

    Luiz Otavio Nogueira da Silva 20/08/2019
    0
  • Ponto positivo: A regulamentação contribui para melhorar a qualidade dos cursos de formação e preza por todos os acupunturistas!

    Igor Antonucci Pimenta 20/08/2019
    1
  • Ponto positivo: Regulamentação para o exercício profissional da acupuntura permite uma atuação multiprofissional

    FERNANDA VIEIRA CARDOSO 12/08/2019
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.