Enquete do PL 1169/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 171 70%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 64 26%

O que foi dito

Pontos mais populares

Oportunidade única de conferir, reafirmar, garantir os resultados da urnas eletrônicas.

Pedro Imar Naves de Souza 28/07/2020
20

Favorecerá que corruptos tenham o comprovante da compra de voto, aumentando os crimes eleitorais.

Leonardo Santos 08/01/2021
22

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto negativo: Vontade negacionista.

    PAULO DE TARSO LEDA 04/03/2026
    0
  • Ponto positivo: A possibilidade de auditagem da urna eletrônica, através da implantação voto impresso, trará mais credibilidade para o processo eleitoral, primeiro passo para a pacificação do país. Todos que prezam pela Democracia, independente da ideologia, partido político ou candidato, desejam a possibilidade de conferência do resultado apresentado pelas urnas eletrônicas.

    ANDRE DE CASTRO MAGALHAES 27/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Assim como é gerado um comprovante de qualquer movimentação bancária, emissão de documentos e afins, torna-se necessário a comprovação do nosso voto. Caso contrário estaremos confiando em uma máquina e um sistema cegamente, e sabemos que as máquinas e o sistema infelizmente também falham. Recomendo ainda que os deputados coloquem em plebiscito no Brasil todo, para levar com mais força ao final, poisa sabemos que o STF irá barrar sem o apoio do povo.

    RENAN ANDREO SIMONI 27/03/2025
    1
  • Ponto positivo: A impressão servirá para casos de recontagem e não será entregue como "uma forma de recibo" para o eleitor. Portanto, é uma mendácia dizer que seria um retrocesso na contagem de votos e, pior, que isso alicerçaria a sua compra.

    LEANDRO DE MELO DUQUE 20/12/2024
    2
  • Ponto negativo: O voto impresso favoreceria imensamente as fraudes, já que muitos votos poderiam simplesmente "desaparecer" sem explicação. A urna eletrônica é o sistema mais eficaz e seguro de contagem de votos.

    ULISSES AUGUSTO SAWCZUK DA SILVA 17/12/2024
    1
  • Ponto positivo: Não existem pontos negativos na proposição. Bravo, deputado José Medeiros, um batalhador pelo voto auditável publicamente.

    Eliana Maria Cavalcante 17/12/2024
    3
  • Ponto positivo: Sobre a votação eletrônica já está mais que comprovado a invasão de racker. Desde de que o mundo é mundo, países onde o cidadão pode exercer a cidadania os votos são no papel e na caneta. Por isso, a PL em questão fortalecerá o direito do cidadão exercer a cidadania de maneira mais justa e transparente.

    MARCUS AURELIO BRAGA 14/12/2024
    4
  • Ponto positivo: Hoje em dia, a Tecnologia está sempre a frente, haja vista a corrida contra os hackers.... não dá pra confiar na tecnologia quando ela é mal intencionada, ainda mais agora com a IA e os Algoritmos MANDANDO POR TRÁS DOS PANOS... Quanto mais transparente for a votação, mais idonêa ela será e incontestável... simples assim

    EDUARDO PENTEADO DE FREITAS AVELLAR 13/12/2024
    6
  • Ponto negativo: Sem a impressão do voto, RECIBO DE EM QUEM SE VOTOU, já exixte muita prompra de voto, imagina com esse meio de PRESTAR CONTAS com os POLITICOS CORRUPTOS, que se elegem atraves de LAVAGEM DE DINHEIRO SUJO, teremos na maioria dos eleitos, PESSOAS LIGADAS AO NARCO-TRÁFICO, MILICIAS E GESTORES DE ÓRGÃOS QUE ENRIQUECE COM DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO (O NOSSO DINHEIRO).

    PEDRO MONTEIRO DE PAIVA 13/12/2024
    3
  • Ponto positivo: É uma falácia afirmar que o comprovante irá facilitar a compra de votos (o eleitor não terá contato com o voto impresso) e favilitar o rastreio de quem votou (esse rastreio é bem mais simples de existir no processo atual, através de códigos de máquinas inseridos no programa).

    CARLOS CABRAL GRAVINA 12/12/2024
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei