Enquete do PL 1035/2015

Resultado

Resultado parcial desde 02/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.704 100%
Concordo na maior parte 11 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 10 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Está cada vez mais claro a importância do fisioterapeuta na assistência de urgência e emergência em saúde. No cuidado cardiorrespiratório, uso de ventilação mecânica invasiva, não invasiva e demais suportes. A pandemia do coronavírus que enfretamos serve de ensinamento!

Diego Torres 28/05/2020
131

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Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: A fisioterapia vem ao longo dos anos mostrando um importante papel no tratamento de pacientes com dor. Diversos mecanismos e efeitos podem ser influenciados pelas técnicas físicas e cognitivas comportamentais da fisioterapia, contribuindo para o tratamento de pacientes com dor e facilitando a escolha das técnicas com base nos mecanismos clínicos identificados.

    MARCOS MITSUO MORIY 31/10/2024
    0
  • Ponto positivo: A fisioterapia é essencial para prevenir doenças respiratórias, mas também para acelerar o tratamento! Utilizando técnicas e equipamentos, exercícios e manobras específicas de higiene das vias aéreas inferiores, melhorando a troca de gases, a oxigenação e a ventilação do pulmão, desta forma aumentando a capacidade respiratória do paciente e potencializando a função cardíaca e muscular”.

    MARCOS MITSUO MORIY 31/10/2024
    0
  • Ponto positivo: O fundamento da Fisioterapia é a reabilitação física, psíquica e social no tratamento integral do paciente. E, nosso propósito principal é a atenção o mais precoce possível, visto últimos artigos científico em cuidado cardiopulmonar e músculo-esquelético desde 2010. A OMS envia a diretriz focada na saúde e não na doença. Os parâmetros de diagnóstico são relevantes para o objetivo do cuidado, mas o acesso do profissional ao paciente deve ser cada vez mais abrangente, funcional e eficiente.

    Gisele Baptista de Souza 15/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo , que se pode criar precedente para tratamento de outras doenças , principalmente o cancer . Vemos que a demora do diagnostico diminui drasticamente o sucesso de cura . Dando certo com a fisoterapia se dar em outras areas tambem . Daniel Mendonça

    Daniel Mendonça 07/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Intervenção em quadros agudos trazem respostas mais eficazes contribuindo com Giro de leitos,reduzindo necessidade de internação prolongada, como exemplo em casos de edema agudo de pulmão, beneficiando a população e o SUS.

    Saryta Ribeiro Vasques 04/07/2023
    11
  • Ponto positivo: A atuação do fisioterapeuta na unidade de saúde da família é de extrema importância, para a saúde da população. uma forma mais acessível as pessoas carentes com dificuldade de locomoção e que necessitam do atendimento e não tem as condições necessárias para adquirir o mesmo por conta da necessidade de deslocamento. Possibilitar o acesso da fisioterapia a essas pessoas é dar a elas a chance de uma vida ativa.

    JANAINA DA SILVA SANTOS 04/07/2023
    10
  • Ponto positivo: Se faz amplamente necessária a atuação do profissional fisioterapeuta na situação proposta, pois além de obtermos respostas eficazes nos quadros agudos dos pacientes, auxiliaria preponderantemente na redução da ocupação de leitos, ou ainda, pacientes que necessitarem tal internação, menor tempo no leito.

    Augusto Faleiro 04/07/2023
    11
  • Ponto positivo: Atuação no paciente respiratória e nos casos de dor aguda, podem evitar maiores custos para o sistema, além de garantir o bons resultados no controle dos sintomas.

    ANDERSON COSTA DE SOUZA 03/07/2023
    11
  • Ponto positivo: Sou fisioterapeuta e trabalho em uma UPA na zona leste de São Paulo, e realmente nosso serviço tem esse diferencial, com a demora de liberação de vagas nos hospitais ficamos com o paciente intubado na Unidade por 7 dias ou mais, onde a fisioterapia é de extrema importância, pois acompanhamos o paciente e muitas das vezes realizamos o desmame, seguido de extubação e reabilitação, onde diversos deles tiveram alta, retornando a sociedade com o mínimo de funcionalidade para desenvolver suas AVDs.

    Roberta Mascarenhas Jó 03/07/2023
    26
  • Ponto positivo: Só quem já presenciou a nescidade de um Fisioterapeuta nos PA e nas UPA, vai entender a extrema necessidade dos mesmo!! Principalmente quando se trata de crianças, que muitas vezes são exposta a hospitais super lotados, por necessidade de manobras fisioterapêuticas. Crianças que acaba por evoluir mau devido a demora em transferência para unidades hospitalares, que quando chega a ser transferidas, acabam por para nas emergência, super lotando as emergência dos hospitais, gerando mais custos.

    Lucas Caliari Nery 03/07/2023
    17
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 302/2026

    O Projeto de Lei 302/26, do deputado Gilvan da Federal (PL-ES), amplia o direito ao porte de arma de fogo para guardas civis municipais e vigilantes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto reconhece o risco permanente da atividade de guardas civis municipais e vigilantes. Em razão disso, prevê a necessidade de porte de arma como instrumento de defesa pessoal e coletiva. “Não há segurança pública possível quando o Estado dificulta o acesso aos meios legítimos de defesa por parte de seus próprios agentes”, afirma Gilvan. Regras Segundo o projeto, o porte será válido em todo o Brasil, independentemente do número de habitantes do município. Os guardas municipais poderão portar arma de fogo em serviço e fora dele. O porte fora do horário de trabalho decorrerá automaticamente do exercício do cargo e só poderá ser suspenso por decisão administrativa ou judicial. Já o porte de arma para vigilantes fica permitido durante o serviço e no deslocamento entre a residência e o local de trabalho. A proposta dispensa a comprovação individual de efetiva necessidade para a concessão do porte, por considerar que o risco faz parte da atividade. Armas permitidas Pela proposta, as guardas civis municipais e os vigilantes poderão utilizar: armas de fogo de uso permitido e restrito; munições compatíveis; e equipamentos de menor potencial ofensivo. As armas poderão ser da instituição ou de propriedade particular, desde que estejam regularmente registradas. Capacitação O projeto determina que a capacitação dos guardas e vigilantes para usar arma de fogo siga critérios objetivos e periódicos. Essas exigências não poderão ser usadas para restringir o direito ao porte. Sistema de Segurança Pública O texto também prevê que guardas civis municipais e vigilantes passem a integrar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), como auxiliares de prevenção e proteção. Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado por deputados e senadores. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei