Enquete do PL 980/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 19 10%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 155 87%

O que foi dito

Pontos mais populares

Discordo de se referir ao período militar como ditadura, isso não existiu. O que houve foi um apelo do povo pedindo as forças armadas para por ordem no país. Foi isso que aconteceu e foi muito positivo !

Suzy Farias 22/05/2022
6

Deveriam também criminalizar apologia ao Comunismo e Regimes ditatoriais como o da Venezuela, o Cubano, o Soviético, o Chinês e o Norte Coreano, que mataram e continuam matando milhões.

Alexandre Fontoura 16/10/2019
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Foi o melhor período que o Brasil ???? viveu! Se for criada alguma lei desse tipo, tem que ser contra o comunismo; esse sim; e uma desgraça completa em todos os países por onde passou; esse ideologia já matou brutalmente 100 milhões e ainda continua matando; sou a favor de se criar leis severas criminalizando comunismo no Brasil ???? ponto final.

    Josue Cunha De Oliveira 24/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Foi um dos melhores períodos que vivi. Para as pessoas honestas, trabalhadoras e cumpridoras de suas obrigações, nunca houve impedimento algum de viver livremente. A educação, a segurança e a saúde era uma trilogia de tranquilidade e bem estar.

    Sérgio Soares coutinho 23/05/2022
    3
  • Ponto negativo: Isso é dirigir olhando para o espelho. As ditaduras comunistas mataram mais de 100 milhões de pessoas pelo mundo e essa ideologia ainda é idolatrada aqui, merecendo até painéis nos corredores dos anexos do congresso. Essa medida visa apenas o presidente da república. Teria que criminalizar também quem faz apologia a guerrilha, dizendo que lutava pela democracia.

    Orlando Frison 23/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Discordo de se referir ao período militar como ditadura, isso não existiu. O que houve foi um apelo do povo pedindo as forças armadas para por ordem no país. Foi isso que aconteceu e foi muito positivo !

    Suzy Farias 22/05/2022
    6
  • Ponto positivo: O Regime Militar, na minha opinião foi muito melhor que o de agora. Se os militares mataram, os rebeldes revolucionários também mataram. Hoje vivemos uma guerra urbana sem precedentes. Mata-se diariamente e não vemos solução!

    Acidalia da Silva 22/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Hoje, ouço estarrecida, os jovens falarem do período de Intervenção Militar como um período das trevas, porém não foi isto que eu vi vivi. Nasci em 1957 e morei até meu 20 anos no bairro de Casa Forte, nunca fui abordada ou mal tratada pelos militares, muito pelo contrário. É uma pena ver que estão disseminando uma história totalmente deturpada. Claro, que como todo governo, existem falhas, e acredito que houveram excessos, porém só se fala de uma lado da moeda, e o outro lado? São uns santinho

    Rejane Moscoso 22/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Vivi no período da intervenção militar e vi e senti a dor de minha colega de colégio Virgínia Regis, chorar a perda de seu pai, jornalista Edson Regis, que morreu no atentado dos comunistas no Aeroporto dos Guararapes em Recife. Morava no bairro de Casa Forte onde tinham dois Quartéis e nunca vi os militares abordarem ou agredirem ninguém. Durante minha adolescência andava pelas ruas do bairro, inclusive a noite e não tinha nenhuma criminalidade. O que vejo é gente falando o que não sabe.

    Rejane Moscoso 22/05/2022
    1
  • Ponto negativo: Tem que criminalizar o comunismo, o socialismo, o globalismo e o progressismo.

    Jose Oliveira 22/05/2022
    4
  • Ponto negativo: O comunismo matou mais de 100 milhões de pessoas, em todo o mundo. Esse sim precisa ser criminalizado

    Gladiston Riekstins Amorim 22/05/2022
    5
  • Ponto positivo: Deveria criminalizar o comunismo ou apologia ao comunismo.

    Elizetesk Stormoski 22/05/2022
    2
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.