Enquete do PL 252/2003

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 36 5%
Concordo na maior parte 16 2%
Estou indeciso 7 1%
Discordo na maior parte 60 7%
Discordo totalmente 697 85%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 4 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Nada positivo. Só vai acabar com os princípios do serviço público no Brasil. Uma PL horrível e maléfica para o desenvolvimento de políticas públicas no país todo. Proposta absurda e terrível!

Fernanda Angonese Possamai 03/08/2022
55

A Administração Pública necessita de máxima imparcialidade e impessoalidade no recrutamento de funcionários, o desrespeito a estes princípios abre portas para corrupção pelo apadrinhamento. O referido PL desrespeita tais princípios ao sugerir novos métodos de avaliação que não são tão objetivos e podem sofrer pressões ou manipulações políticas.

Lucas Tenorio 30/07/2022
48

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 110 encontrados.

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  • Ponto negativo: Prova a distância é sinônimo de fraude em concurso público! Não houve responsabilização das bancas, projeto mal elaborado e certamente não teve a opinião de concurseiros, e não atende a função social do concurso público.

    Maurício Carrijo 17/09/2022
    9
  • Ponto negativo: Estão querendo acabar com a meritocracia no serviço público. Tentaram através da pec32 e agora querem passar esse texto mal feito.

    Igor N. 10/08/2022
    9
  • Ponto negativo: Projeto de lei horrível! Não melhora em NADA os concursos públicos no Brasil e sim, os transformam em uma bagunça; falta de respeito com as pessoas que se dedicam a estudar para concursos públicos. Caso o PL 252/2003 seja aprovado o país sofrerá severas consequências. Simplesmente LAMENTÁVEL E REVOLTANTE!!!

    Estéfane Torquato 06/08/2022
    9
  • Ponto negativo: Esse "nova-velha" PEC tem apenas um intuito: beneficiar apadrinhados e apaniguados 'amigos do rei'.

    Leonardo Vieira da Cunha 06/08/2022
    6
  • Ponto negativo: Essa lei não visa melhorar nada, não conhece a realidade dos concursos e viabiliza o fim da impessoalidade, o que é inconstitucional. Proposta péssima que merece imediato arquivamento.

    erinleite 06/08/2022
    6
  • Ponto negativo: Onde está a isonomia e transparência? Só criam projetos para beneficiar apadrinhados, quem presta concurso público quer trabalhar. Vcs devem se preocupar com a fome no país e o desemprego, e não se preocupar de como fazer alguma coisa para beneficiar seus conhecidos. Tem que haver igualdade entre os concorrentes e não facilitar as fraudes, como esse governo tem feito, enfraquecendo as instituições, já basta a lei de improbidade que piorou muito, para não punir políticos corruptos.

    Aline Teixeira 06/08/2022
    4
  • Ponto negativo: Na verdade esse PL tem fins políticos obscuros, margens para um acabamento políticos de fato, em nada acrescenta para o bom andamento dos concursos públicos

    Eudes Lima 06/08/2022
    4
  • Ponto negativo: O concurso realizado a distância irá trazer mais casos de fraudes em concurso público, o que impede de fulano fazer a prova com o parente do lado passando cola ou pegando do celular? Sem contar que é desfavorável para os concursos regionais uma vez que qualquer pessoa de outro lugar do país vai poder estar fazendo a prova remotamente, ou seja, acaba que a concorrência se torna nacional, sendo desfavorável para quem é de uma região a qual a qualidade de ensino é precária. DIGA NÃO A PL 252/2003

    Samuel de Souza gomes 05/08/2022
    3
  • Ponto negativo: Essa lei possibilita fraudes, o que se espera da lei geral dos concursos é segurança para que as bancas realizem estes com responsabilidade, e não provas online.

    Dominique Nascimento Cutrim 05/08/2022
    2
  • Ponto negativo: As restritivas (cláusulas de barreiras e de eliminação) não foram abordadas. A lei deveria discorrer, também, sobre o caso de aproveitamento de excedentes em caso de desistência. Lamentável!

    CICERO ERNANDES DE MELO SANTOS 05/08/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.