Enquete da PEC 2/2003

Resultado

Resultado parcial desde 04/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 211 98%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 04/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 107 99
Discordo 1 1

O que foi dito

Pontos mais populares

acho ótimo aproveitarem os funcionários que são cedidos e requisitados pous já sabem todo o trabalho do órgão e também se estão a anos cedidos ou requintados no órgão porque são competentes e responsáveis.

Cida Gazioli 04/12/2018
21

já está na hora o projeto ir para plenário para voltar.

darlan da silva 28/02/2020
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto negativo: Só a falta do Presidente da Câmara colocar em votação..

    RONNIE VON ALVES DE LIMA 28/01/2026
    0
  • Ponto positivo: Quem sabe um dia um dias, os nossos representantes se lembrem que existimos e estamos esperando a aprovação dessa PEC.

    RONNIE VON ALVES DE LIMA 28/01/2026
    0
  • Ponto positivo: Já está passando da hora dessa PEC ser aprovada!!! Os cedidos merecem reconhecimento!!

    LEANDRO BARROS DE MOURA 20/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Senhores(as) Deputados, se sensibilizem com nossa causa. Agilizem para que seja colocada em votação, pois já são 22 anos que esperamos que essa PEC seja aprovada. Nos ajudem.

    RONNIE VON ALVES DE LIMA 18/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Todos os pontos são positivos, o servidor que se encontra à disposição não possui mais identidade com sua origem e há anos se dedicam ao Órgão a que estão cedidos. Levar esta PEC a plenário e a votação é mais do que um reconhecimento àqueles que se dedicam com afinco em trabalho. E não se enganem, são milhares de servidores nesta situação em todos os Estados que serão muito gratos e saberão reconhecer com seus votos aos deputados que tomarem a iniciativa de levar à votação e aprovar a PEC.

    ANTONIO CLAUDIO DE SOUZA MENDES 02/04/2025
    0
  • Ponto negativo: Há mais de um ano não há nenhum requerimento de um deputado para colocar a PEC em votação. Ela está madura para ser votada, passando por todas as comissões existentes. Falta coragem aos Exmos.

    ANDRE LUIS ARANTES PEREIRA 24/09/2024
    2
  • Ponto positivo: Sou concursado cedido há 25 anos, a efetivação seria uma questão de justiça.

    ANDRE LUIS ARANTES PEREIRA 24/09/2024
    1
  • Ponto positivo: é um ato de humanidade! Muitas pessoas estão há anos se dedicando e trabalhando merecem ter esse alívio de ficar onde tanto se esforçam

    Cristiane Maia de Carvalho Castro 19/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Esperamos que nossos representantes se compadeçam da gente que é cedido, e aprovem esta PEC o mais rápido possível. Há anos trabalhamos com dedicação, mais com um insegurança de um futuro melhor não haver. Esta PEC traria o verdadeiro reconhecimento de anos de serviços prestados com dedicação.

    Ronnie Lima 19/07/2024
    1
  • Ponto positivo: Presto serviços há 22 anos em um outro órgão comissionado penso que sou útil na função que exerço, por isso, com a aprovação do PEC. 2/2003, eu devo fazer a escolha de qual órgão pertencer, vejo, ABSOLUTAMENTE COMO PONTO POSITIVO. Eusébio Freitas | 30/10/2023

    José Eusébio de Freitas 30/10/2023
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

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  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

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